- Associação de moradias Edgewater, em Madison, Alabama, votou pela eliminação de centenas de gansos canadenses no lago Lady Ann Lake, planejando utilizar gasificação com monóxido de carbono.
- Protestos surgiram na região, com moradores pedindo alternativas mais humanas como espantar os animais com horns ou realocação.
- Um morador criou uma petição online para impedir o abate dos gansos na lagoa comunitária.
- O presidente da HOA afirmou que 226 gansos vivem no lago e que os animais afetam a qualidade da água, trilhas, áreas comuns e a segurança dos residentes.
- Organizações de proteção animal, incluindo o Peta, são contrárias ao abate; a HOA afirma ter buscado soluções não letais antes de recorrer à atuação do Serviço de Pesca e Fauna (USDA).
A associação de moradores de Edgewater, em Madison, Alabama, votou pela eutanásia de centenas de patos canadenses que vivem no lago da comunidade. A decisão, que envolve o uso de gás carbônico em uma câmara, gerou protestos espontâneos na região.
Operadores da HOA afirmam que a população de geese compromete a qualidade da água, trilhas e áreas comuns, elevando riscos à saúde pública. O plano prevê capturar os animais com redes, colocá-los em trailers e aplicar o gás para abatê-los.
Manifestantes se reuniram no bairro para exigir alternativas mais humanas, como assovios sonoros para afastar as aves ou realocação. Um abaixo-assinado on-line também exige interromper a ação de manejo.
226 geese estariam residindo no lago comunitário, segundo a presidência da HOA. A organização defende que a medida é necessária para retornar o equilíbrio ambiental e reduzir impactos de longo prazo.
A legislação federal protege patos canadenses, mas permite abatimento com autorização do USDA. A HOA informou que contratou um subcontratado para executar o serviço sob supervisão das autoridades.
Antes, a comunidade já havia utilizado métodos não letais, como limpeza de fezes, barreiras de predadores e repelentes, sem reduzir a população de forma sustentável. A HOA cita orientação de órgãos estaduais e do USDA.
O ativismo local inclui a ONG Peta, que critica a prática de abate como solução de curto prazo. A HOA não respondeu imediatamente a pedidos de comentário. A instituição comunicou sua defesa em notas a veículos de imprensa locais.
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