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Carregamento de EVs em vias públicas no Reino Unido é loteria de código postal

Linha fina: Acesso a carregadores de EV na rua depende do código postal, com mais de vinte conselhos a rejeitar gullys e frear a expansão para milhões de residências

An electric car is charged on a residential street in London using pavement cable protectors. Gully makers say their products remove the trip hazard.
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  • Mais de vinte autoridades locais não permitem gavetas/pavimento para cabos que alimentem carros elétricos na via, citando segurança, questões legais e de estacionamento.
  • Entre as citadas estão os conselhos de Kent, Leicester e Worcestershire, com a maioria das resistências concentradas em Londres, incluindo Westminster e Hackney.
  • Cerca de 9,3 milhões de domicílios não têm estacionamento fora de casa, o que dificulta o acesso a opções de energia mais baratas para EVs.
  • Empresas que produzem as soluções — como Kerbo Charge, Gul-e, Pavecross e ACO — dizem que é possível ligar o cabo ao carro sem criar risco de tropeço, mas cada prefeitura tem regras diferentes.
  • A retirada da obrigatoriedade de licença de planeamento acelera o processo, mas continuam as licenças de obras de via, administradas por cada município.

On-street charging para EVs no Reino Unido enfrenta entraves municipais, mesmo com promessas do governo de simplificar. Mais de 20 autoridades locais não aprovam galerias de drenagem que permitem ligar carros parados na via, por questões de segurança, legalidade e estacionamento.

Segundo relatos, estados como Kent, Leicester e Worcestershire estão entre os que ainda não liberam as galerias. No conjunto, a maioria das resistências fica em Londres, incluindo Westminster e Hackney, onde há elevado número de EVs e de famílias sem garagem.

A viabilidade econômica do carregamento doméstico se mantém mais atrativa devido a 5% de IVA na eletricidade, frente a 20% em carregadores públicos. Ainda assim, 9,3 milhões de domicílios sem vaga off-street dificultam o acesso a tarifas mais baixas.

Gully makers como Kerbo Charge, Gul-e, Pavecross e ACO defendem que as galerias tornam possível puxar o cabo até o carro sem criar risco de tropeço. Autoridades locais afirmam preocupações com segurança, estacionamento e estética da pavimentação.

A maior parte das objeções se resume a quem fará a manutenção e quem responde por danos. Leicester citou dificuldade de acesso para casas geminadas; Kent teme choques elétricos; Worcestershire não autoriza intervenções na via, apenas rampas de proteção.

Em Londres, várias prefeituras destacam que muitos bairros não planejam instalar galerias no curto prazo. Westminster afirma que galerias não funcionam bem no fim urbano; Hackney prioriza reduzir desordem e ampliar carregadores públicos acima de calçadas.

Avanços e entraves

A remoção da exigência de autorização de planejamento acelera o processo, mas instaladores ainda precisam de licenças de obras de rua, reguladas pelas próprias câmaras. A situação varia amplamente entre autoridades, refletindo políticas locais distintas.

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