- A temperatura média de maio no Reino Unido atingiu 33,5°C no horário de almoço de segunda-feira no aeroporto de Heathrow, superando o recorde anterior de 1922 (Camden Square) e de 1944 (Tunbridge Wells e Regent’s Park).
- A previsão aponta máximo de 35°C na terça-feira, com 31°C na quarta e 30°C na quinta.
- A temperatura mínima recorde para maio ocorreu nesta noite de domingo, com Kenley registrando 19,4°C.
- Alertas de calor foram emitidos, indicando risco para grupos vulneráveis; autoridades ressaltam a necessidade de adaptação, incluindo ar-condicionado em locais como residências, hospitais e escolas.
- O Met Office associa a onda de calor à alta pressão que comprime o ar; especialistas destacam que mudanças climáticas elevam a incidência de extremos, com possibilidade de mais recordes se o El Niño se intensificar.
O Reino Unido registrou nesta segunda-feira a temperatura mais alta já registrada em maio, com marcas de até 35°C esperadas para a tarde. A leitora provisional do Met Office aponta 33,5°C em Heathrow, superando o recorde anterior de maio, que ocorreu em Camden Square em 1922 e voltou a aparecer em Tunbridge Wells e Regent’s Park em 1944.
A sequência de dias quentes deve continuar ao longo da semana, com previsão de pico de 35°C novamente na terça-feira. A Met Office estima 31°C para quarta e 30°C para quinta, mantendo o padrão de calor intenso para o período.
Pelo país, as noites também ficaram entre as mais quentes já registradas em maio, com Kenley registrando 19,4°C como temperatura mínima. O calor atinge boa parte da Europa Ocidental, elevando preocupações com saúde pública e necessidade de adaptação.
Especialistas destacam risco aumentado para grupos vulneráveis, como idosos, gestantes e pessoas com doenças. Alertas de calor foram emitidos para indicar possíveis impactos na vida diária, com pressão sobre serviços de saúde.
Pesquisadores lembram que o calor extremo está ligado ao aquecimento global, que intensifica eventos climáticos severos. A análise aponta que medidas de adaptação serão cruciais para reduzir danos à população.
Órgãos oficiais ressaltam que as mudanças chegam de forma progressiva, exigindo planejamento estrutural. A recomendação, segundo especialistas, é ampliar a capacidade de adaptação, incluindo ventilação, áreas sombreadas e infraestrutura pública resiliente.
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