- Durante a migração das mobulas, de fim de abril a julho, formam grandes feixes chamados “fevers” no litoral da Baja California, no México.
- A imagem foi capturada pelo fundador e CEO da Mongabay, Rhett A. Butler, na Baja California.
- A região abriga pelo menos cinco espécies de mobula; a Mobula munkiana é a mais comum e é classificada como vulnerável pela IUCN.
- As outras quatro espécies são mais raras devido à baixa taxa reprodutiva e à pesca acidental: Mobula thurstoni (devil ray) é criticamente ameaçada, Mobula mobular é criticamente ameaçada, Mobula tarapacana é ameaçada, e Mobula birostris é ameaçada.
- A foto de referência foi tirada em junho de 2025 e mostra o cardume sob a água.
Durante a temporada de migração das raias-móbula, de fim de abril a julho, grandes aglomerados formam as chamadas fever. A imagem abaixo foi registrada por Rhett A. Butler, fundador e CEO da Mongabay, em Baja California, México.
A região abriga pelo menos cinco espécies de raias-móbula. A mais comum é Mobula munkiana, conhecida como raiá de Munk ou raiá pigmeia de Munk, listada como vulnerável pela IUCN.
As demais quatro espécies são bem mais raras, por apresentarem baixa taxa reprodutiva e terem populações em declínio devido à captura acidental pela pesca. Mobula thurstoni, Mobula mobular e Mobula tarapacana estão em status crítico ou em perigo.
Mobula birostris, a manta-móbula oceânica, figura como em perigo na lista da IUCN. A combinação de pressão de pesca e taxa reprodutiva lenta contribui para a vulnerabilidade dessas espécies.
A fotografia, tirada em junho de 2025, destaca a densidade de indivíduos durante o pico da temporada, quando as mesmas espécies formam Fevers, grandes concentração de raias que atraem observadores e pesquisadores.
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