Em Alta Copa do Mundo NotíciasFutebolBrasil_POLÍTICA_economia

Converse com o Telinha

Telinha
Oi! Posso responder perguntas apenas com base nesta matéria. O que você quer saber?

Suposto Super El Niño se aproxima: o que diz a ciência

Previsões indicam alta probabilidade de El Niño em 2026, com chance de ser muito forte; podem ocorrer enchentes, secas e eventos climáticos extremos

Vista aérea de Porto Alegre inundada, com prédios e ruas submersos em água barrenta. O centro da cidade e o cais do porto estão cobertos pela enchente, com apenas os telhados de algumas estruturas visíveis. O rio Guaíba, também marrom, se estende ao fundo, sob um céu nublado
0:00
Carregando...
0:00
  • A NOAA aponta 82% de chances de o El Niño ocorrer entre maio e julho, chegando com 96% de probabilidade até dezembro, o que indica chegada quase certa.
  • A intensidade ainda é incerta: há 37% de probabilidade de ser muito forte, o que alimentaria eventos climáticos extremos.
  • O último El Niño ocorreu entre 2023 e 2024, contribuindo com enchentes no Rio Grande do Sul e aumentando o aquecimento global, com 2024 entre os anos mais quentes já registrados.
  • O fenômeno eleva a temperatura das águas do Pacífico e pode provocar secas em algumas regiões e chuvas intensas em outras, aumentando o risco de desastres.
  • Atualmente o Pacífico está em condição neutra; previsões sobre intensidade em 2026 variam, e novas atualizações devem refinar os números.

O El Niño está de volta e pode soar mais intenso do que em outras ocasiões. Segundo a NOAA, há 82% de chance de o fenômeno ocorrer entre maio e julho de 2026, com 96% de probabilidade até dezembro. A intensidade ainda é incerta.

A previsão aponta, com probabilidade de 37%, que o próximo El Niño seja “muito forte”, o que eleva o risco de eventos climáticos extremos ao redor do mundo, incluindo enchentes e incêndios. A possibilidade de um Super El Niño é monitorada por cientistas desde já.

O El Niño é um aquecimento natural das águas do Pacífico equatorial, resultado de mudanças no padrão dos ventos. O fenômeno oposto é a La Niña, caracterizada pelo resfriamento dessas águas. Eles se alternam em ciclos irregulares.

O que estamos vendo hoje são águas do Pacífico mais quentes, sinalizando a aproximação de um novo El Niño. Cientistas costumam usar probabilidades para indicar cenários, pois datas e intensidade podem mudar com as condições climáticas nos próximos meses.

A última La Niña terminou em 2025. Entre as previsões existentes, a tendência aponta que o El Niño que pode chegar em 2026 terá equilíbrio entre intensidade moderada e muito forte. As variações dependem de ventos e outros padrões atmosféricos.

Impactos potenciais devem variar conforme a região. No Norte e Nordeste do Brasil, a tendência é de secas, enquanto o Sul pode enfrentar chuvas intensas e enchentes. Especialistas ressaltam que maior intensidade aumenta a probabilidade de eventos extremos.

Enchentes históricas no sul do Brasil, secas em outras regiões e recordes de temperatura mundial em anos anteriores estão associados a eventos anteriores de El Niño. A situação atual depende de fatores climáticos que ainda podem mudar nos próximos meses.

A comunidade científica acompanha atualizações periódicas da NOAA e de outros institutos para refinar cenários. Entre as incógnitas, está a duração do pico de intensidade e a extensão geográfica dos impactos.

Comentários 0

Entre na conversa da comunidade

Os comentários não representam a opinião do Portal Tela; a responsabilidade é do autor da mensagem. Conecte-se para comentar

Veja Mais