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Usina de biogás a partir de resíduos alimentares aprovada

Planta de biogás aprovada perto de Spalding processará cem mil t/ano de resíduos, gerando energia, CO₂ líquido e fertilizante, com dúvidas sobre viabilidade

The development was approved at a Lincolnshire County Council planning meeting
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  • A planta de resíduos alimentares perto de Spalding, em Surfleet Bank, recebeu aprovação para processar 100.000 toneladas de resíduos por ano por meio de digestão anaeróbica.
  • Segundo o desenvolvedor, a operação evitaria a emissão de 25.000 toneladas de dióxido de carbono por ano.
  • O gás gerado seria usado para gerar eletricidade, além de produzir dióxido de carbono líquido e fertilizante para agricultores locais.
  • A permissão de planejamento foi concedida pela Lincolnshire County Council, mesmo com alertas de alguns vereadores sobre a viabilidade comercial.
  • Os proprietários afirmaram haver demanda robusta pela digestão anaeróbica e ressaltaram que a instalação ficará próxima à indústria de alimentos, sem competir com a agricultura.

Uma usina de biogás para transformar resíduos alimentares em gás foi aprovada perto de Spalding, no Surfleet Bank. O projeto prevê tratar 100 mil toneladas por ano por digestão anaeróbica, evitando 25 mil toneladas de CO2 ao ano.

O gás gerado alimentará a geração de eletricidade e também permitirá a produção de dióxido de carbono líquido e fertilizante para agricultores locais.

A decisão para conceder a licença de planejamento foi tomada pela Lincolnshire County Council, mesmo com preocupações de alguns vereadores sobre a viabilidade comercial.

Desenvolvimento e respostas

George Kelly, representando Naylors Farms, afirmou que a instalação é adequada à indústria de alimentos da região e que a digestão anaeróbica é uma tecnologia comprovada e não é complexa.

O vereador Tom Sneath destacou que o empreendimento reduziria o transporte de resíduos e permitiria a produção de fertilizante local, evitando importações. A proposta diminuiria distâncias até as lavouras.

Alguns membros do comitê questionaram se o prédio seria deixado ocioso caso a empresa falasse, além de apontarem o tamanho do empreendimento como fator de impacto no entorno. Outros temiam que o local se tornasse destoante.

O empresário responsável disse que há demanda robusta por digestão anaeróbica e que isso não ocorreria. O vereador Martin Hill, que votou contra, disse achar o local visível a partir de longas distâncias em uma planície aberta.

Os técnicos municipais lembraram que já existe precedente para aprovar instalações de digestão anaeróbica no campo de Lincolnshire, o que enfraquece objeções baseadas nesse ponto.

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