- Antônio Bull, diretor de Compliance do Master, disse à Polícia Federal que, apesar do cargo, não exercia a função de Compliance no banco.
- O depoimento ocorreu no dia 27 de janeiro.
- Ele informou que o Compliance era realizado em parte pelo banco e em parte por um escritório de advocacia, indicando falhas na governança que deveriam funcionar.
- Segundo Bull, mesmo sendo o diretor “no papel”, ele cuidava de outras áreas e não tinha conhecimento dos problemas que ocorria.
O diretor de Compliance do Master, Antônio Bull, prestou depoimento à Polícia Federal no dia 27 de janeiro, afirmando que, mesmo sendo o cargo de liderança, não exercia atividades de Compliance no banco.
Ele alegou que assinava documentos sem lê-los. Segundo as investigações, o Compliance era feito em parte pelo banco e em parte por um escritório de advocacia, o que indicava uma estrutura que deveria fiscalizar a governança, mas não funcionava como esperado.
Bull informou que, formalmente, era diretor de Compliance, porém cuidava de outras áreas e não tinha conhecimento dos problemas que estavam ocorrendo. A apuração aponta ainda a presença de uma extensão de atividades no escritório de advocacia envolvido.
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