- Tariq Al Jaidah, patron e marchand do Doha, atua para desenvolver o mercado de arte local com artistas emergentes.
- Em dois mil e sete, inaugurou a primeira galeria comercial do Qatar, o Waqif Art Centre, que depois reabriu como Katara Art Centre, órgão sem fins lucrativos.
- Também apoiou a estreia do The Third Line em Doha (corrido entre dois mil e oito e dois mil e onze), que encerrou nas crises econômicas globais.
- Em dois mil e vinte e três, criou a galeria comercial Wusum, com foco em artistas emergentes do Qatar e na formação de uma base de colecionadores locais.
- A coleção Tariq Al Jaidah Collection soma cerca de cinqüenta obras e abrange quatro décadas; ele afirma que não segue conselhos de colecionismo e compra apenas o que gosta.
Tariq Al Jaidah, curador e financiador baseado em Doha, está buscando consolidar uma cena de galerias autossustentável no Qatar. Em 2007, abriu a primeira galeria comercial do país, o Waqif Art Centre, que mais tarde reabriu como o Katara Art Centre, com foco não lucrativo.
Entre 2008 e 2011, ele apoiou a implantação da The Third Line em Doha, uma galeria de Dubai que encerrou atividades na sequência da crise global. Em 2023, criou a Wusum, uma galeria comercial dedicada a artistas emergentes do Qatar e à formação de novos colecionadores locais.
O objetivo de Al Jaidah é ampliar a participação local na prática de colecionismo, complementando as grandes coleções internacionais. Ele aponta a necessidade de mais museus independentes, fundações e coleções corporativas para o mercado avançar.
Plano para o mercado de arte no Qatar
Ele aposta no crescimento do mercado com a inauguração da Art Basel Qatar, buscando evoluir modelos de negócios para um patamar mais profissional. O colecionador possui uma coleção com cerca de 500 obras, reunidas ao longo de quatro décadas, principalmente de artistas regionais.
Seus primeiros acervos começaram com uma obra gráfica do artista iraquiano Dia al-Azzawi, segundo relatos de suas escolhas ao longo dos anos. Entre as aquisições mais recentes, está uma pintura do artista omanense Mays Al Moosawi.
Ao falar sobre aprendizados, ele não segue conselhos de mercado: compra apenas o que gosta. Para ele, a arte é uma paixão que complementa a atividade econômica em outros setores de sua atuação.
Ao ser questionado sobre obras que gostaria de ter em museus, ele cita trabalhos de Dia al-Azzawi e de Marwan Kassab-Bachi, destacando a importância histórica de peças como Sabra e Shatila Massacre.
Entre na conversa da comunidade