- O Qatar marca presença na Art Basel e anuncia a nova Art Basel Qatar, que deve abrir em fevereiro no país.
- Modelos de espaços culturais do Qatar, incluindo a maquete do Lusail Museum de Herzog & de Meuron, estão em destaque no Collectors Lounge; o museu ficará na Ilha Al Maha e a data de abertura ainda não foi anunciada.
- A programação inclui culinária regional, com o majboos de frango servido no pavilhão do Qatar.
- A Qatar Airways divulgou uma parceria global com a Art Basel, apoiando as feiras em Basel, Paris, Hong Kong, Miami e a edição recém-lançada no Qatar.
- A Sheikha Al-Mayassa bint Hamad bin Khalifa Al Thani participou de painel na Fondation Beyeler, reiterando o foco em infraestrutura cultural e alcance internacional, e dizendo que a competição na região pode ser vista como complemento.
Art Basel recebe nesta semana a presença de Qatar, que estreia a Art Basel Qatar, feira anunciada para ocorrer em fevereiro no país do Golfo. A edição atual de Art Basel já apresenta o envolvimento do Qatar, com mais detalhes sobre a nova mostra a serem divulgados na próxima semana.
Modelos de novos espaços culturais do país ocupam o lounge de Colecionadores, com maquetes do Lusail Museum, projeto de Herzog & de Meuron. O museu ficará em Al Maha Island e deverá abrigar a maior coleção de pintura e fotografia Orientalistas; data de abertura ainda não foi divulgada. No lounge, há ainda oferta culinária com pratos locais.
A Qatar Airways anunciou uma parceria global com Art Basel, fortalecendo o suporte às exposições anuais em Basel, Paris, Hong Kong e Miami, além da edição recém-lançada em Doha.
Aparição rara
Sheikha Al-Mayassa bint Hamad bin Khalifa Al Thani, irmã do emir e principal impulsionadora da agenda cultural, participou de um painel na Fondation Beyeler, em Basel, ao lado de Jacques Herzog e Urs Fischer. Ela destacou o objetivo de investir em infraestrutura cultural e criar oportunidades para galeristas regionais.
A dirigente comentou que o momento atual é adequado para ampliar a infraestrutura cultural já investida e aproximar talentos da região ao mercado internacional, por meio de feiras e iniciativas artísticas. O público internacional é visto como parte de uma rede colaborativa entre países da região.
Segundo a liderança qatari, a relação com exposições internacionais busca ampliar a identidade regional e discutir o legado colonial. O foco é usar a arte para promover diálogo, reconstrução de vínculos e cooperação cultural transnacional.
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