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Heathrow pode ser obrigado a abrir a terceira pista a novas empresas

CAA propõe que concorrentes projetem e operem partes da expansão de Heathrow para reduzir custos, exigindo aprovação governamental e podendo impactar o cronograma

Last November ministers backed Heathrow’s plan for the third runway to be in operation by 2035.
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  • A Autoridade de Aviação Civil (CAA) propôs mudanças no modelo regulatório do Heathrow, incluindo que a operadora busque propostas de outras empresas para projetar, construir e operar partes da expansão.
  • A ideia mais radical permitiria que um desenvolvedor adicional licite para construir e operar seus próprios terminais em Heathrow, semelhante a um esquema em JFK, Nova York.
  • O governo precisaria aprovar esse modelo para que ele fosse implementado.
  • Heathrow planeja iniciar a construção até 2029, com a pista adicional pretendendo ficar pronta em 2035; ministers haviam apoiado esse plano.
  • A controvérsia de custos envolve a Arora Group e a disputa com companhias aéreas como a British Airways, com números de custo debatidos e investimentos privados previstos para a ampliação.

A Heathrow pode ser obrigada a abrir parte da expansão para outras empresas. Isso ocorreria caso a proposta regulatória da Civil Aviation Authority (CAA) seja aprovada pelo governo, visando reduzir custos com concorrência direta entre Heathrow e um desenvolvedor alternativo.

A CAA divulgou um modelo regulatório que prevê que o operador busque licitações para desenhar, construir e operar trechos da expansão, incluindo a futura terceira pista e um novo terminal. A ideia é estimular competição e eficiência no projeto.

Entre as ideias mais radicais está permitir que um segundo desenvolvedor proponha e assuma a construção e operação de seus próprios terminais em Heathrow, semelhante a iniciativas em JFK, em Nova York. A implementação, porém, exigiria aprovação governamental.

A necessidade de custo sob controle

A regulação encara a possibilidade de rivalidade entre empresas como forma de conter custos, reduzindo o impacto sobre tarifas, varejo e passageiros. A CAA ressalta que o modelo pode enfrentar dificuldades na prática e demandaria salvaguardas para evitar prejuízos ao conjunto do aeroporto.

Reação de Heathrow e do setor

Heathrow afirma apoiar reformas que aumentem eficiência e reduzam a burocracia, desde que não comprometam o crescimento econômico esperado com o projeto. A concessionária lembra que já investe recursos privados para modernizar o hub britânico e manter empregos.

O grupo Arora, que defende seu próprio plano de expansão estimado em 25 bilhões de libras, tem sido um ator ativo na discussão. O presidente executivo da Arora Group e o líder de outras companhias vêm defender mudanças para reduzir custos do projeto.

Contexto e próximos passos

A expansão de Heathrow depende de aprovações regulatórias e ambientais, com o alvo de iniciar obras em 2029 e ter a pista pronta até 2035. A CAA destacou que o desenho de um novo modelo regulatório envolve considerações de custo, governança e proteção aos consumidores.

A discussão ocorre em meio a tensões sobre custos totais da expansão e a participação de outros atores, incluindo BA e Virgin, no movimento para readequar o financiamento e o andamento do projeto.

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