- Hopes de que as paralisações programadas para a próxima semana, de 24 horas, pelos motoristas da London Underground possam ser evitadas, com a RMT buscando negociações.
- As greves devem ocorrer em dois períodos de 24 horas a partir do meio‑dia de terça e quinta-feira, interrompendo várias linhas e causando grande transtorno até o fim de semana.
- Até o momento não houve novas negociações; TfL e a associação não mostraram disposição em recuar, mas uma fonte afirma que houve contato entre sindicatos e empregador.
- A TfL pediu aos passageiros que planejem as viagens, com serviços significativamente reduzidos: não haverá trens na Circle, na Piccadilly e na Metropolitan e Central em Zona 1; outras linhas devem operar.
- Em abril, o movimento mostrou queda de cerca de 13% a 14% na procura ao longo da rede, com aumento no uso de bicicletas e demanda por ônibus; o sindicato RMT não se pronunciou.
Hopes grow de que as greves de motoristas do Tube de Londres possam ser evitadas. Fontes dizem que o sindicato RMT procurou abrir canais de negociação, mantendo aberto o calendário de paralisação previsto para dois períodos de 24 horas a partir do meio-dia de terça e quinta-feira da próxima semana. A medida pode impactar várias linhas.
As paralisações, organizadas pelo RMT, afetam quase metade dos motoristas da Underground de Londres e devem fechar totalmente algumas linhas, gerando grande impacto no deslocamento diário até o fim de semana. A medida ocorre após uma greve similar em abril e em meio a disputas sobre um novo padrão de semana de trabalho de quatro dias.
Ainda não houve negociações formais entre o TfL, responsável pelo transporte, e o sindicato, que não recuou de sua posição. O TfL alertou os passageiros sobre interrupções significativas e atrasos, com serviços controlados de forma reduzida em muitos trechos no período de greve.
Segundo uma fonte próxima ao impasse, representantes do sindicato sinalizaram abertura para acordo, oferecendo uma janela para evitar novas paralisações. A leitura é de que o empregador precisa apresentar propostas que não imponham condições de trabalho recusadas pelos motoristas.
Mesmo com a possibilidade de acordo, a operação continua sob risco de transtornos. A TfL reforçou orientações para planejamento prévio, com ferros de serviços abrindo mais tarde e encerramentos precoces em alguns dias.
Até o momento, o Circle, o Piccadilly e trechos da Metropolitan (Zona 1) devem ficar sem circulação, conforme o serviço de planejamento. Lineares como Elizabeth Line, London Overground e DLR devem operar normalmente, com a demanda de ônibus aumentando.
Dados de greves anteriores indicam que o uso da rede permaneceu relativamente estável, com quedas de 13% a 14% na média dos dias de greve, e recuperação próxima do normal na sexta-feira. Serviços de táxi por aplicativo mostram variação de demanda durante a paralisação.
A TfL ressaltou que ainda há tempo para a retirada da ação pelo RMT, alegando que as objeções podem ser resolvidas com trabalho mais detalhado. A Aslef, que representa a maioria dos motoristas, apoia propostas de semana de quatro dias.
Claire Mann, diretora de operações da TfL, afirmou que a greve é frustrante, e que as propostas de quatro dias visam melhorar o equilíbrio entre vida profissional e pessoal, sendo voluntárias. Ela chamou o RMT a colaborar para resolver o impasse e pediu aos clientes que verifiquem os planos de viagem com antecedência.
O RMT não comentou sobre a situação.
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