- Apenas 21,3% dos brasileiros possuem habilidades digitais básicas, segundo estudo da Anatel citado pela ITS Rio.
- A pesquisa, que reúne cerca de 100 estudos, aponta que até 37% dos trabalhadores podem ser impactados pela inteligência artificial nos próximos anos.
- A IA atua em duas frentes: automação de tarefas (substituição) e complementação (ampliação de capacidades).
- O ritmo de mudança preocupa mais do que a substituição direta de empregos, pois algumas ocupações perdem competitividade rapidamente.
- A defasagem digital amplia desigualdades: sem formação digital, a absorção de tecnologias avançadas como IA fica comprometida e a preparação da força de trabalho é essencial.
A Anatel, com dados citados por um estudo do ITS Rio, revela que apenas 21,3% dos brasileiros possuem habilidades digitais básicas, como enviar e-mails. O levantamento envolve quase 100 pesquisas nacionais e internacionais. O foco é a defasagem tecnológica anterior ao avanço da IA.
A pesquisa aponta que até 37% dos trabalhadores brasileiros podem ser impactados pela inteligência artificial nos próximos anos. O efeito não será uniforme: a IA pode automatizar tarefas ou atuar como apoio que amplia competências.
A defasagem digital amplia desigualdades e preocupa especialistas. Sem avanços na formação, os impactos da IA tendem a se distribuir de maneira desigual, aprofundando assimetrias no mercado de trabalho.
Impacto da IA no mercado de trabalho
A obra é realizada em parceria com as Fundações Grupo Volkswagen e Arymax. Segundo Andre Purri, CEO da Alymente, a velocidade da mudança é tão relevante quanto a substituição de funções.
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