- Um paquistanês, Asif Merchant, afirmou em julgamento que não quis trabalhar voluntariamente com os Guardas da Revolução Islâmica do Irã para planejar o assassinato de Donald Trump.
- O Departamento de Justiça acusa Merchant de tentar recrutar pessoas nos Estados Unidos para o esquema contra Trump e outros políticos dos EUA, em retaliação à morte do comandante do Corpo, Qassem Soleimani.
- Merchant disse que participou para proteger a família em Teerã, segundo o New York Times, mas a promotoria sustenta que houve ausência de provas de coerção real.
- Além de Trump, Merchant disse que houve menção a Joe Biden e a Nikki Haley durante conversas com um interlocutor iraniano.
- O julgamento ocorreu pouco antes de Trump anunciar ataques dos EUA contra o Irã em retaliação, em meio a denúncias de Teerã sobre não ter visado Trump ou outras autoridades americanas.
Um homem paquistanês, Asif Merchant, é acusado nos EUA de planejar o assassinato do presidente Donald Trump. Segundo a acusação, ele buscava recrutamento de pessoas nos Estados Unidos para retaliar pela morte de oficiais iranianos. O caso corre em tribunal federal.
Merchant afirma, segundo reportagens, que não agiu sob coação voluntária e que participou do esquema para proteger a família em Teerã. Os promotores contestam a versão, destacando a falta de evidências que comprovem coerção real.
A acusação sustenta que o objetivo era atingir Trump e outros políticos dos EUA, como Joe Biden e Nikki Haley, em retaliação aos dados sobre a morte de Qassem Soleimani. O Exército de Guardas Revolucionárias, conhecido como IRGC, teria papel central no suposto plano.
O Ministério Público descreve o envolvimento do IRGC como chave para o suposto encabeçamento da operação, enquanto Teerã nega ter visado Trump ou outros oficiais. O julgamento começou na semana passada, em meio a tensões diplomáticas entre EUA e Irã.
Mercant, representado por advogados, não respondeu de imediato a pedidos de comentário. O White House não emitiu resposta imediata. O caso, que envolve terrorismo e homicídio por contrato, continua em andamento nos tribunais norte-americanos.
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Caso e contexto
- O processo foca em uma suposta rede de apoio construída para executar o ataque pretendido.
- As acusações incluem recrutamento de indivíduos nos EUA para um ato violento de alto impacto.
- O IRGC é apontado como parte central da narrativa para os investigadores e promotores.
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