- Dois atiradores teriam agido sozinhos no ataque a uma celebração judaica na Bondi Beach, em Sydney, em 14 de dezembro, que deixou 15 mortos.
- A polícia australiana informou que não há evidência de que os homens fizessem parte de uma célula militante.
- Ainda segundo a polícia, eles teriam sido inspirados pelo Estado Islâmico; bandeiras do grupo foram encontradas no carro e eles viajaram, por um mês, para Mindanao, nas Filipinas.
- Não há indícios de treinamento formal durante a viagem a Mindanao; as autoridades da Austrália e das Filipinas continuam as investigações.
- Sajid Akram foi morto pela polícia; Naveed Akram, que acordou de coma, responde a 59 acusações, incluindo 15 homicídios e crimes ligados ao terrorismo e explosivos.
Oito parágrafos curtos sobre o ataque de Bondi, NSW, que resultou na maior chacina do país em quase três décadas. Dois homens teriam aberto fogo em uma festa judaica na Bondi Beach, em 14 de dezembro, matando 15 pessoas. A polícia afirma que atuaram sozinhos e não havia indícios de uma célula militante.
As autoridades haviam indicado que os suspeitos foram influenciados pelo Estado Islâmico. Fobras do grupo foram encontradas no carro, e o casal realizou uma viagem de um mês a Mindanao, nas Filipinas, área associada a militância. A polícia continua investigando ligações e motivações.
Krissy Barrett, chefe da Polícia Federal australiana, afirmou que não existem evidências de treinamento formal durante a temporada nas Filipinas. A declaração ocorreu em coletiva de imprensa, ressaltando que não há indícios de que os suspeitos integrassem uma rede maior.
Sajid Akram foi morto pela polícia na operação. Naveed Akram, seu filho, também foi alvejado, entrou em coma e acordou dias depois. Ele foi indiciado com 59 acusações, incluindo homicídio, terrorismo e crimes com explosivos.
A investigação envolve autoridades australianas e filipinas, que trabalham para esclarecer possíveis ligações e o planejamento do ataque. A determinação de que houve atuação individual permanece como avaliação inicial das apurações.
O ataque em Bondi provocou mudanças rápidas na legislação de armas já rígidas na Austrália e reacendeu debates sobre segurança pública e extremismo. As autoridades ressaltam que as investigações seguem para confirmar detalhes e eventuais contatos externos.
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