- A Polícia Civil do Distrito Federal abriu inquérito para investigar o caso da arma de Jair Bolsonaro encontrada em um carro durante uma blitz em Brasília anteontem; a investigação fica a cargo do 17º DP.
- O ofício enviado ao STF é a resposta à requisição de esclarecimentos do ministro Alexandre de Moraes; a PMDF também informou que revisa o interior e porta-malas de veículos na saída de casa, entre outros procedimentos de segurança.
- A arma estava com um sargento chamado Estácio, que afirmou ser do GSI; o Gabinete de Segurança Institucional disse que ele não está mais no órgão e foi emprestado à Casa Civil.
- Questionado sobre o registro, o sargento afirmou que o documento estava em sua carteira funcional; ao verificar, não havia certificação da arma, e foi encontrado um carregador no veículo.
- Estácio foi levado à 21ª Delegacia (Pistão Sul) para esclarecer a falta de registro; ele disse que o armamento foi entregue a ele ontem para conserto, após apresentar pane.
A Polícia Civil do Distrito Federal informou ao STF que abriu inquérito para investigar a arma de Bolsonaro encontrada em um carro durante uma blitz em Brasília anteontem. O caso envolve o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) e aconteceu durante fiscalização na região do Pistão Norte, em Taguatinga.
Conforme o ofício enviado ao tribunal, a investigação está sob a alçada do 17º DP. A peça é a resposta à requisição de esclarecimentos feita pelo ministro Alexandre de Moraes. A Polícia Civil detalha etapas do inquérito em andamento.
A Polícia Militar do Distrito Federal também respondeu ao ministro, informando sobre procedimentos de fiscalização. Entre eles, verificação de volumes, mochilas e demais objetos transportados em veículos que saem de residências.
Dados do envolvido e da arma
A arma estava em posse de um sargento identificado como Estácio, que alegou pertencer ao Gabinete de Segurança Institucional (GSI). O GSI afirmou que ele não está mais no órgão e foi emprestado à Casa Civil. Não houve confirmação de registro documental da pistola pelo militar.
A pistola foi encontrada no assoalho do veículo durante a abordagem. Questionado sobre o registro, o sargento disse que o documento estava em sua carteira funcional. Ao ser verificada, não havia certificação da arma no local.
O sargento informou que o armamento pertence a Bolsonaro e ficava dentro do veículo. Também foi localizado um carregador da arma durante a fiscalização.
Estácio foi conduzido à 21ª Delegacia (Pistão Sul) para prestar esclarecimentos, devido à ausência de registro da pistola. Ele afirmou que o armamento foi entregue a ele recentemente para conserto, após apresentar uma pane de aparente solução simples.
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