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Infraestrutura crítica do Reino Unido sofre 200 incidentes cibernéticos em um ano, diz agência

Mais de duzentos incidentes cibernéticos atingiram a infraestrutura crítica do Reino Unido em um ano, com ataques de Estados ligados respondendo por cerca de três quartos, e IA pode ampliar a ameaça

Critical infrastructure includes power plants, hospitals and airports. King’s College hospital in London was affected by a ransomware attack in 2024.
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  • A infraestrutura crítica do Reino Unido foi atingida por mais de 200 incidentes cibernéticos no último ano, segundo o National Cyber Security Centre (NCSC).
  • Autores vinculados ao Estado teriam ficado por trás de cerca de três quartos dos ataques.
  • Estados hostis como Rússia, China e Irã passaram a mirar sistemas de serviços essenciais, como energia, saúde e transporte.
  • O chefe do NCSC afirmou que a ameaça pode se intensificar com os avanços da inteligência artificial, com 2028 como ano provável de cristalização.
  • O órgão recomenda fortalecer o básico da cibersegurança, com foco na recuperação rápida de incidentes, e indica adotar passkeys no lugar de senhas.

O Reino Unido registrou mais de 200 incidentes cibernéticos contra sua infraestrutura nacional crítica no último ano, segundo a National Cyber Security Centre (NCSC). A maioria das ofensivas teve origem em atores estatais vinculados a potências como Rússia, China e Irã. Entre os alvos estão serviços essenciais como energia, saúde, transporte e defesa.

O relatório do NCSC aponta que ataques promovidos por estados buscavam explorar falhas em sistemas que garantem serviços públicos. Richard Horne, CEO da NCSC, descreveu o cenário como um confronto contínuo com adversários altamente capazes, destacando que o campo de atuação é amplo e irregular.

Segundo Horne, avanços em IA devem intensificar as ameaças, com 2028 projetado como ano de maior virulência. Ele enfatizou a necessidade de as organizações fortalecerem fundamentos de cibersegurança e se prepararem para rápida recuperação após incidentes.

Horne afirmou que vulnerabilidades existentes hoje tendem a ser exploradas em conflitos futuros, tornando crucial reduzir falhas que, no futuro, seriam menos custo/saídas viáveis para corrigir. A agência recomenda mais foco em práticas de resiliência.

Especialistas ressaltam que muitos incidentes continuam ligados a fraquezas como autenticação fraca e vulnerabilidades não corrigidas. O tema envolve desde salas de reunião até atendimento de help desk e residências.

Efeitos e cenários futuros

A NCSC alerta para o risco de ataques em cenários de escalonamento, com possibilidade de impactos em infraestrutura crítica. Observa-se ainda a possibilidade de ataques com uso de recursos de IA para ampliar danos.

Medidas e recomendações

A autoridade brasileira orienta a adoção de técnicas de login mais seguras, como passkeys, que substituem senhas tradicionais. A NCSC recomenda priorizar recuperação rápida e práticas de segurança robustas.

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