- Tommy Robinson, cujo nome real é Stephen Yaxley-Lennon, foi detido no aeroporto de Heathrow pela polícia sob a Counter-Terrorism Border Security Act de dois mil e dezenove.
- A polícia apreendeu o telefone dele, sob a seção três da lei, e ele afirma ter ficado sob custódia por quase três horas.
- Robinson divulgou nas redes sociais que pediu aos apoiadores doações para financiar a defesa jurídica, alegando ataque à liberdade de expressão e ao jornalismo investigativo.
- A polícia metropolitana não confirmou o motivo da abordagem.
- O ativista ganhou destaque recentemente em meio a tensões raciais no Reino Unido, após protestos em Southampton e ampliação de imagens de um suposto ataque em Belfast; ele já havia sido inocentado de uma acusação de terrorismo em 2024.
Tommy Robinson, cujo nome real é Stephen Yaxley-Lennon, foi detido na manhã de sábado no aeroporto de Heathrow por autoridades ligadas a leis de contra-terrorismo. A ação incluiu a apreensão de seus dispositivos móveis sob a seção 3 da Counter-Terrorism Border Security Act 2019. A duração da abordagem não foi informada oficialmente.
A detenção ocorreu após Robinson ganhar destaque global nas redes sociais nas últimas semanas, em meio a tensões raciais no Reino Unido. Não há confirmação das circunstâncias exatas que motivaram a abordagem, e a polícia de Metropolitan não comentou o caso.
Robinson publicou nas redes sociais alegações de que ficou detido por quase três horas e que seus telefones foram apreendidos, além de ter pedido apoio financeiro para sua defesa jurídica. A atuação se vincula a um quadro de leis que permitem abordar viajantes suspeitos.
Contexto
O ativista liderou protestos em Hampshire após a divulgação de imagens de confrontos entre manifestantes e polícia em Southampton. Em Belfast, ele também divulgou conteúdo relacionado a um incidente envolvendo um suspeito atirando com uma faca.
O histórico do notório opositor envolve ações legais anteriores, incluindo uma passagem pela polícia no Channel Tunnel em 2024, quando foi detido por dirigir um carro de outra pessoa. Naquele caso, a corte avaliou a legalidade da abordagem.
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