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Polícia de Londres se prepara para protestos de direita e pró-Palestina

Polícia Metropolitana prepara uma das maiores operações em Londres, com mais de cem mil manifestantes, poderes extras e marchas separadas na final da FA Cup

Clashes erupted between police and protesters at the Unite the Kingdom march organised by far-right activist Tommy Robinson on 13 September 2025.
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  • A polícia de Londres se prepara para uma das maiores operações, com mais de 100 mil manifestantes esperados no centro da cidade no mesmo dia da final da FA Cup, em paralelo ao UTK liderado por Stephen Yaxley Lennon (Tommy Robinson).
  • Quatro mil policiais estarão de serviço, com apoio de veículos blindados Sandcat e drones, majoritariamente para a marcha de ultradireita e para manter distância de contramanifestações.
  • Um segundo ato pró-Palestina deve ocorrer, com estimativa de 15 mil a 40 mil participantes, organizados para ficar separados do protesto principal pela atuação policial.
  • Há possibilidade de acusações além dos acusados onde houver falas que incitem ódio; promotores podem processar organizadores e participantes por conspiração.
  • O evento acontece após ganhos eleitorais de partidos de oposição e conta com alertas de grupos muçulmanos sobre risco de violência contra a comunidade, além de preocupações sobre a segurança dos habitantes da região.

Otiça: a Met police prepara uma das maiores operações já vistas, com mais de 100 mil manifestantes previstos para marchar pelas ruas de Londres no mesmo dia da final da FA Cup em Wembley. O protesto Unite the Kingdom é organizado por Stephen Yaxley Lennon, conhecido como Tommy Robinson. Um contra-marcha pró-Palestina também está prevista, com a polícia mantendo as duas atividades separadas.

No centro de Londres, a força deverá aplicar poderes ampliados para controlar a marcha de ultradireita, que ocupa o espaço entre Westminster e Whitehall. Em setembro, a UTK reuniu mais de 150 mil pessoas, deixando claro o potencial de aglomeração e confronto com a polícia.

A operação conta com cerca de 4 mil agentes, apoio de veículos blindados Sandcat e drones. A logística busca afastar os opositores e evitar incidentes envolvendo torcedores de futebol, já que a final entre Manchester City e Chelsea ocorre às 15h no mesmo dia.

Detalhes do arranjo policial

A polícia pretende processar não apenas oradores, mas também organizadores por conspiração quando houver indícios de incitar ódio. Estima-se que a contagem da manifestação pró-Palestina varie entre 15 mil e 40 mil participantes, somando-se aos cerca de 100 mil previstos no UTK.

Parte da retórica envolve figuras de destaque, como Glenn Beck em material promocional da UTK e a mãe de uma vítima de violência ligada a um caso de asilo. A presença de Beck, ex-apresentador de televisão nos EUA, é citada pela organização como atração de público.

Alguns vídeos e mensagens de Robinson em redes sociais pedem calma às forças de policiamento, afirmando que não haverá grande confronto. A gestão do evento envolve decisões sobre possíveis acusações de incitação ao ódio por discursos proferidos nos palcos.

Reações e contexto

O tema gera alerta entre organizações religiosas e comunitárias. A Muslim Council of Britain afirma que a marcha coloca muçulmanos em risco de violência e ódio, apontando incidentes de apoio a discursos extremistas na edição anterior. A avaliação policial é de que a presença de grandes multidões exige atuação firme para evitar distúrbios.

O primeiro-ministro Keir Starmer já comentou que o crescimento de movimentos de extrema direita representa um desafio ao tecido social do país. A cobertura das autoridades reforça a necessidade de equilíbrio entre direito de reunião e segurança pública durante um dia com outros eventos de grande porte.

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