- A corte distrital do norte da Califórnia dispensou a ação movida por Abdullah Baig, ex-chefe de segurança do WhatsApp, que alegava falhas internas que poderiam expor bilhões de usuários.
- O juiz Laurel Beeler afirmou que a queixa não apresentava fatos suficientes para demonstrar que Baig reportou violações de regras da Comissão de Valores Mólicos (SEC).
- Baig afirmou ter sido demitido como retaliação por alertar sobre questões de cibersegurança e por ter escrito diretamente ao CEO da Meta, Mark Zuckerberg.
- Ele também alegou que não houve correção de ataques que teriam hackers em mais de cem mil contas por dia, com foco na expansão de usuários em vez da segurança.
- A Meta, por meio de seu porta-voz Andy Stone, disse que a decisão reforça que as alegações não têm mérito; o advogado de Baig disse que o caso não acabou e buscará corrigir deficiências processuais.
Um tribunal dos EUA rejeitou a ação movida por Abdullah Baig, ex-chefe de segurança do WhatsApp, contra a Meta. O processo alega que a empresa ignorou falhas internas que colocariam bilhões de usuários em risco. A decisão veio de um tribunal distrital no norte da Califórnia.
Baig afirma ter sido demitido em retaliação por alertar sobre vulnerabilidades de segurança, que teriam exposto dados sensíveis de usuários. Ele disse que comunicou oito preocupações a diferentes superiores entre 2021 e 2025 e que escreveu diretamente ao CEO da Meta, Mark Zuckerberg.
Segundo Baig, o WhatsApp não corrigiu ataques que atingiam mais de 100 mil contas por dia, priorizando o crescimento de usuários. A Meta rebateu, afirmando que Baig foi demitido por desempenho insatisfatório e que as alegações são distorcidas.
O juiz Laurel Beeler, da Corte Distrital da Califórnia, decidiu em 19 de março que a denúncia não apresentava fatos suficientes para mostrar que houve relato de violações de regras da SEC. A defesa da Meta afirmou estar satisfeita com o veredito.
Os advogados de Baig indicaram que a disputa não acabou e que planejam corrigir as deficiências para reexaminar o caso. A Meta não divulgou novas informações além da posição já apresentada.
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