- Bombeiros pedem para não mergulhar em água aberta para se refrescar durante a onda de calor, pois a imersão pode provocar choque térmico.
- Há relatos de pessoas nadando no rio Nene, perto do centro de Peterborough.
- Cambridgeshire Fire and Rescue Service lançou um filme curto sobre os riscos, contando a história de Jack Lloyd, 16 anos, que morreu após entrar no Crown Lakes.
- O comunicado reforça que a água costuma estar bem mais fria que o ar e pode causar choque ao entrar repentinamente.
- Entre abril de 2025 e março de 2026, ocorreram nove mortes por afogamento em Cambridgeshire, frente a sete no ano anterior; em caso de dificuldade, flutue para viver e ligue 999.
O serviço de bombeiros de Cambridgeshire voltou a alertar a população para não mergulhar em água aberta para se refrescar durante a atual onda de calor. Existem diversos relatos de pessoas nadando no Rio Nene, próximo ao centro de Peterborough.
Além disso, a corporação lançou um curto vídeo educativo sobre o choque térmico na água fria, destacando a história de Jack Lloyd, de 16 anos, que morreu após entrar no Crown Lakes, em Farcet. O material explica os riscos e como agir em emergências.
O relato de parentes de Jack é utilizado para alertar jovens sobre a importância da segurança aquática. O pai dele, Darren Lloyd, apoia a campanha com a finalidade de evitar novas tragédias e sensibilizar a população.
Ações de prevenção e orientações
O filme foi divulgado durante a Semana de Prevenção de Afogamentos e exibido no cinema Odeon, em Peterborough. A campanha reforça o risco de choque térmico e as medidas de proteção ao nadar em águas abertas.
Entre abril de 2025 e março de 2026, Cambridgeshire registrou nove mortes por afogamento, ante sete no ano anterior, segundo dados da Fire and Rescue Service. A instituição orienta manter a cabeça inclinada para trás, com as orelhas submersas, controlar a respiração e manter-se flutuando até chegar a uma margem segura.
Se alguém estiver em dificuldades, deve acionar o 999 imediatamente. Não se deve tentar resgatar a pessoa sem ajuda, pois há risco de perigo tanto para quem presta socorro quanto para quem está na água.
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