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Irã ameaça atacar grandes empresas de tecnologia dos EUA em 1º de abril

IRGC ameaça iniciar ataques a grandes empresas de tecnologia dos EUA, incluindo Apple, Google e Microsoft, a partir das 20h de 1º de abril, conforme Telegram

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  • O Corpo de Guardas Revolucionários Islâmicos do Irã divulgou uma lista de alvos, indicando que ataques contra grandes empresas de tecnologia dos EUA começariam após as oito da noite de 1º de abril, horário de Teerã.
  • Entre as empresas citadas estão Apple, Google, Microsoft, Amazon, IBM, Nvidia e Palantir.
  • O aviso acontece após uma sequência de ameaças que acompanharam ataques contra infraestrutura tecnológica norte-americana, incluindo ataque a data centers da Amazon Web Services em março.
  • O IRGC afirmou que as empresas listadas são alvos legítimos por supostamente apoiarem atividades militares dos EUA.
  • O contexto envolve tensões regionais, com ações do Pentágono contra redes de drones do IRGC e impacto no tráfego no Estreito de Hormuz.

O IRGC (Corpo da Guarda Revolucionária Islâmica) ameaçou atacar grandes empresas de tecnologia dos EUA a partir de 1º de abril. A lista inclui Apple, Google, Microsoft, Amazon, IBM, Nvidia e Palantir, divulgada em um canal Telegram ligado ao grupo.

A mensagem afirma que as empresas são alvos legítimos por fornecerem tecnologia que sustenta operações militares dos EUA. A advertência condiciona os ataques ao início após as 20h em Teerã, no dia 1º de abril.

Contexto histórico de tensões envolve ataques a infraestrutura de nuvem. Na véspera, drones iranianos atingiram data centers da AWS e danificaram outros no EAU e no Bahrein, impactando serviços financeiros da região.

Ações recentes dos EUA incluem bombardeios a redes de drones do IRGC e ataques a alvos móveis de lançamento de mísseis. O Pentágono reporta pausa temporária para explorar possíveis negociações com Teerã.

Entre os impactos, investidores e operadoras disseram que a eletricidade e redundâncias falharam em alguns serviços na região, com interrupções em sites bancários e de pagamentos. O Estreito de Hormuz segue sob pressão de segurança.

Fontes pedem cautela: muitas empresas citadas não se pronunciaram. Google, Microsoft e JPMorgan não comentaram ao WIRED nesta matéria. Acompanhamento de segurança aponta que o Irã utiliza infraestrutura civil como alvos indiretos.

O conflito já deixou milhares de mortos e feridos na região, incluindo civis, e afetou a cadeia de suprimentos regional de tecnologia e energia. Analistas avaliam impactos potenciais sobre operações globais de tecnologia.

A situação evolve conforme autoridades militares e de inteligência monitoram novas ameaças e possíveis retaliações na região do Golfo e além. As informações oficiais seguem em atualização constante.

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