- O presidente Vladimir Putin determinou à FSB que fortaleça a proteção da infraestrutura de energia e transporte na Rússia, em resposta a ataques ucranianos que, segundo ele, contam com apoio de inteligência ocidental.
- Putin fez o anúncio durante o quarto aniversário da guerra, dizendo que os inimigos vão se arrepender se insistirem em provocá-la.
- Segundo ele, o objetivo dos adversários é recorrer ao terror individual e em massa, incluindo ataques a cidades, sabotagem de infraestrutura e tentativas de assassinato de autoridades.
- A acusação é de que a Ucrânia tem promovido ataques a depósitos de petróleo, refinarias e portos russos, e que Moscou culpa Kiev por assassinatos de altos oficiais militares.
- Putin citou a possibilidade de ataques a dutos de energia da Rússia sob o Mar Negro e ordenou reforçar a proteção antiterrorista de infraestrutura crítica e locais públicos, com cobertura máxima das instalações.
Putin ordena FSB a reforçar proteção do setor energético e de transportes após ataques ucranianos, com alegação de apoio de inteligência ocidental. O presidente russo tomou a medida nesta terça-feira, no quarto aniversário da invasão, em Moscou, citando ataques que teriam sido orquestrados pelo exterior.
O presidente afirmou que os adversários de Moscou ainda vão se arrepender de ter ido longe demais. Segundo ele, o inimigo não conseguiu derrotar a Rússia no campo de batalha e, diante disso, apela a terror individual e em massa, incluindo ataques a cidades, sabotagem de infraestrutura e tentativas de assassinato de autoridades.
A sessão ocorreu no contexto de repetidos ataques de Ucrânia a depósitos de petróleo, refinarias e portos russos, atos que a Rússia atribui a Kiev e a incidentes contra figuras militares de alto escalão.
Medidas de proteção
Putin determinou fortalecer a proteção anti-terrorista de infraestrutura de energia e transporte, bem como de locais de reunião pública, buscando cobertura máxima para instalações críticas e, se necessário, o emprego de medidas adicionais de segurança. Samararam também cuidados com possíveis alvos em condutas estratégicas, como oleodutos no leito do Mar Negro.
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