- O Cartel Jalisco Nueva Generación tem histórico de ataques contra políticos e agentes, com massacres e assassinatos que perduram há mais de uma década.
- Em 2025, o prefeito de Uruapan, Carlos Manzo, foi morto durante ataques no Dia de Muertos, em Michoacán, marcado como um novo golpe ao território do crime organizado.
- Durante operações para capturar o Mencho, os líderes da organização teriam oferecido 20.000 pesos por cada policial morto, conforme revela o secretário da Defesa.
- A rede de violência inclui tentativas de assassinato de autoridades em várias etapas, como o ataque ao presidente da Secretaria de Segurança da Cidade do México, em 2020, que quase ceifou a vida de Omar Harfuch.
- O cartel é ligado a uma série de mortes de autoridades ao longo dos anos, incluindo políticos como José de Jesús Gallegos (secretário de Turismo de Jalisco) e Aristóteles Sandoval, além de casos de outros agentes e figuras públicas ligadas à segurança.
O Cartel Jalisco Nueva Generación, conhecido pela violência, acumula uma década de ataques a políticos e emboscadas a agentes da lei. O grupo mantém operação agressiva em várias regiões do país, com altos índices de letalidade.
Em 2025, as forças de segurança relataram uma escalada de violência. Durante operações para capturar o líder do cartel, houve bloqueios, incêndios e confrontos que resultaram na morte de dezenas de agentes. O Mencho continua como alvo prioritário.
A liderança divulgou que, nos momentos de maior pressão, seus integrantes ofertavam 20 mil pesos por cada militar morto, segundo informações de autoridades. O número de baixas entre forças de segurança ultrapassou 25 em uma única jornada.
Histórico de ataques
Entre 2013 e 2020, o cartel assassinou políticos de alto escalão, incluindo secretários de Estado e juízes. O ex-governador Aristóteles Sandoval perdeu a vida em meio a ataques atribuídos ao grupo. A violência política se tornou marca registrável da organização.
Em novembro de 2025, o atentado contra o prefeito de Uruapan, Carlos Manzo, elevou o patamar de violência política no estado de Michoacán. O objetivo parece ter sido recalibrar o controle territorial do grupo. O episódio gerou comoção local.
Desdobramentos recentes
Em 2025, Iván Morales Corrales, policial que sobreviveu a ataques anteriores, foi morto em uma emboscada em Temixco, Morelos. O caso reforça o padrão de retaliação contra autoridades que enfrentam o cartel.
Ainda em 2017, o youtuber El Pirata de Culiacán foi assassinado em Guadalajara, aos 17 anos, após ter publicado vídeos críticos. O crime é citado como parte da cadeia de represálias do cartel contra opositores mediáticos.
Contexto atual
O grupo é apontado pela DEA como uma das organizações mais temidas do Hemisfério. A operação que resultou na morte de líderes do cartel gerou protestos entre comunidades locais e novas medidas de proteção a agentes. A situação segue sob monitoramento.
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