- La Poste sofreu um ataque suspeito do tipo DDoS, deixando sites, apps e o serviço de banco inacessíveis.
- A entrega de correspondência e encomendas ficou atrasada, com o movimento de fim de ano impactado.
- A La Banque Postale informou dificuldade de acesso ao internet banking e ao aplicativo, mas pagamentos por cartão nas lojas e em terminais continuam funcionando; pagamentos online ainda é possível com autenticação por SMS.
- O grupo BPCE registrou falha de TI na segunda de manhã, resolvida ao meio-dia.
- Os incidentes ocorrem em meio a ataques cibernéticos recentes na França, sem que haja reivindicação de responsabilidade até o momento.
La Poste enfrentou um ciberataque suspeito que comprometeu sites, apps e o serviço bancário, provocando atraso na entrega de correspondências e impactando operações no período de maior movimento do ano. O incidente, classificado como DDoS, tornou inacessíveis serviços online.
A Banque Postale informou falhas de acesso ao internet banking e ao aplicativo, com pagamentos por cartão mantendo funcionamento. As transações online ainda exigiam confirmação por SMS, e a empresa afirmou mobilizar equipes para normalizar a operação o mais rápido possível. Não houve reivindicação de responsabilidade até o momento.
A BPCE informou que também houve uma falha de TI na manhã de segunda, resolvida até o meio-dia. Não houve indicação de ligação direta entre os eventos, mas o conjunto de ocorrências amplia o cenário de ataques a infraestrutura financeira e de serviços públicos na França.
Contexto de ataques cibernéticos na França
Relatos anteriores apontaram ataques contra o setor público, incluindo o Ministério do Interior. Relatos indicam uso de atividade cibernética prejudicial em infraestruturas críticas, com impactos potenciais para dados de clientes e operações públicas.
A situação ocorre uma semana após ataque ao Ministério do Interior, que gerou divulgação de dados sensíveis em arquivos de polícia e registros de pessoas procuradas. Autoridades investiga links com operações internacionais e plataformas de vigilância.
Organizações privadas também foram atingidas recentemente, incluindo operadora de telefonia móvel e rede varejista. As autoridades ressaltam a necessidade de fortalecer defesas cibernéticas para evitar novas interrupções.
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