- O Ministério da Saúde lançou o Fórum Permanente dos Comitês de Equidade no âmbito da Gestão do Trabalho e da Educação na Saúde, apresentado no Encontro Nacional em Brasília, nos dias 13 e 14 de maio.
- O objetivo é conectar os comitês estaduais, ampliar o diálogo entre territórios e consolidar espaços de construção coletiva para promover a equidade no trabalho e na formação em saúde no SUS, com participação social.
- Os Comitês de Equidade, existentes em 21 estados, atuam para fortalecer a valorização de trabalhadores do SUS e debater questões de gênero, raça e etnia, bem como combater preconceitos e discriminações.
- O Fórum trabalhará com estados, municípios e Distrito Federal para fortificar os comitês regionais, ampliar a autonomia das ações locais e subsidiar decisões do Ministério da Saúde.
- O Programa Nacional de Equidade, com orçamento acima de R$ 41 milhões, investe em formação, qualificação e ambientes inclusivos, já alcançando 21 estados e promovendo oficinas e cursos via UNA-SUS.
O Ministério da Saúde criou o Fórum Permanente dos Comitês de Equidade no âmbito da Gestão do Trabalho e da Educação na Saúde. A iniciativa foi anunciada durante o Encontro Nacional realizado em Brasília nos dias 13 e 14 de maio, com foco no enfrentamento de desigualdades no SUS.
O objetivo é fortalecer a articulação entre comitês estaduais, ampliar o diálogo entre territórios e consolidar espaços de construção coletiva para a equidade no trabalho e na formação em saúde. Também busca ampliar a participação social e valorizar experiências locais.
Os Comitês de Equidade no SUS atuam para fomentar ações do Programa Nacional de Equidade em esferas estadual, municipal e distrital. O foco está em gênero, raça e etnia, combatendo violências, preconceitos e discriminações no ambiente de trabalho e na formação.
A iniciativa tem parceria com estados, municípios e o Distrito Federal. O Fórum pretende fortalecer comitês regionais, incentivar autonomia e subsidiar decisões do Ministério da Saúde e de outras instâncias governamentais, além de dar visibilidade a práticas locais.
Valorização das trabalhadoras e trabalhadores é central. O Programa Nacional de Equidade ganhou orçamento superior a 41 milhões de reais, com ações que promovem ambientes inclusivos e respeito à diversidade em todas as regiões.
O secretário-adjunto Jérzey Timóteo destacou que levar a equidade ao centro da gestão do SUS visa enfrentar desigualdades históricas que impactam a saúde da população, especialmente de grupos historicamente invisibilizados.
Com a atuação dos comitês, a gestão do trabalho e da educação na saúde ganha maior capacidade de diálogo e de construção coletiva. O objetivo é ampliar a qualidade do cuidado ofertado aos cidadãos.
O governo aponta que a criação do Fórum fortalece a conectividade entre estados e municípios, permitindo a troca de soluções bem-sucedidas. Em 21 estados já existem Comitês de Equidade, conectando ações regionais e nacionais.
O Programa Nacional de Equidade de Gênero, Raça, Etnia e Valorização das Trabalhadoras do SUS já foi implementado com foco na diversidade do sistema. A iniciativa busca transformar a formação e as condições de trabalho em saúde.
Desde a sua criação, o programa realizou 11 oficinas regionais e duas nacionais, reunindo mais de 1.600 participantes. Também formou 558 pessoas na primeira turma da Especialização em Equidade, com 1.025 na segunda edição.
Com a parceria da UNA-SUS, foram desenvolvidos cursos autoinstrucionais sobre o Programa Nacional de Equidade e interculturalidade indígena. Em 2025, o lançamento incluiu a coletânea Cadernos de Equidade.
Conheça o Programa Nacional de Equidade de Gênero, Raça, Etnia e Valorização das Trabalhadoras no SUS, criado para ampliar a formação, qualificação e valorização da força de trabalho do SUS. Fonte: Ministério da Saúde.
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