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Governo leva conectividade a 3,8 mil UBS e amplia Telessaúde no SUS

Governo amplia conectividade em até 3,8 mil UBS e expande Telessaúde no SUS, com investimento de até R$ 100 milhões para regiões remotas

Foto: Ministério da Saúde
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  • Governo anuncia conectividade para até 3,8 mil Unidades Básicas de Saúde em 26 estados e no Distrito Federal, com foco em regiões remotas.
  • Editais Fust Direto 3 e Acessa Crédito Telecom, lançados hoje, viabilizam contratações de conexão com investimento de até R$ 100 milhões para atender cerca de 2,7 mil UBS.
  • O programa se soma ao Termo de Execução Descentralizada entre os Ministérios da Saúde e das Comunicações, que leva internet via Gesac a 1.191 UBS em áreas isoladas.
  • Destas, 788 unidades já estão conectadas e 403 em processo de conexão; pode haver aditivo para ampliar a capacidade nas unidades sem acesso.
  • A iniciativa fortalece Telessaúde, prontuário eletrônico e RNDS, visando reduzir filas, melhorar encaminhamentos e ampliar o atendimento, especialmente em áreas rurais, indígenas e ribeirinhas.

O Governo do Brasil anunciou novas ações para ampliar a conectividade na Atenção Primária e fortalecer o Telessaúde no SUS. Nesta segunda-feira, os ministros da Saúde, Alexandre Padilha, e das Comunicações, Frederico de Siqueira, apresentaram a estratégia para levar internet a até 3,8 mil UBS em 26 estados e no Distrito Federal. A meta é atender regiões remotas.

O investimento previsto soma até 100 milhões de reais para conectar cerca de 2,7 mil UBS. A medida complementa o Termo de Execução Descentralizada entre os ministérios da Saúde e das Comunicações, que já contempla 1.191 UBS em áreas isoladas via Gesac, com tecnologia satelital. Como resultado, 788 unidades já estão conectadas, 403 estão em processo de conexão.

A iniciativa faz parte do programa Agora Tem Especialistas, e também avança com a expansão da Telessaúde. Dados do Ministério indicam mais de 6 milhões de atendimentos atuais pela Telessaúde e uso crescente de prontuário eletrônico, diagnósticos e teleconsultas em equipes da Saúde da Família.

A prática já tem impactos: onde há conectividade estável, há redução de filas para atendimento especializado, segundo o governo. Além disso, a conexão facilita o encaminhamento de pacientes para cirurgias, com recorde de 14,9 milhões de cirurgias eletivas em 2025.

Na prática, a conectividade vale para internet estável, redes Wi-Fi internas e integração de dados clínicos pela RNDS. A rede permite compartilhar informações entre pontos de atenção e apoiar a continuidade do cuidado, sobretudo em áreas rurais, indígenas e periféricas.

Outra frente envolve a consolidação do CadSUS com o CPF como identificador prioritário. Até abril de 2026, o CadSUS alcançou 233,2 milhões de cadastros ativos, reduzindo a diferença com a base da Receita para 1,84%. A medida fortalece a identificação dos usuários e a segurança cadastral.

A RNDS já reúne 4,6 bilhões de registros, fortalecendo a integração de dados clínicos em todo o país. O programa Novo PAC Saúde também avança com a distribuição de cerca de 3 mil equipamentos de telessaúde, ampliando o alcance do serviço em todo o território.

A estratégia conjunta entre MCom e Ministério da Saúde visa conectar UBS com fibra óptica ou satélite, além de redes Wi-Fi internas. O objetivo é ampliar diagnósticos em tempo real, ampliar a Telessaúde e consolidar a Saúde Digital em escala nacional.

Fontes destacam que, onde a conectividade avança, há melhoria na eficiência do SUS e maior integração entre serviços. O governo ressalta que a expansão beneficia populações rurais, ribeirinhas e comunidades de periferias urbanas, promovendo atendimento mais ágil e resolutivo.

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