- O Kremlin disse que vai responder caso a Finlândia Hospede armas nucleares, qualificando a medida como escalada de tensões na Europa.
- A Finlândia informou planos de levantar a proibição de possuir armas nucleares em seu território, o que poderia abrir caminho para sua implantação em tempos de conflito.
- A Finlândia, que faz fronteira com a Rússia, entrou na Organização do Tratado do Atlântico Norte (OTAN) em dois mil e vinte e três, em resposta à invasão da Ucrânia pela Rússia.
- O porta-voz do Kremlin, Dmitry Peskov, afirmou que a declaração aumenta a vulnerabilidade da Finlândia e que, se houver ameaça, a Rússia tomará medidas adequadas.
- O contexto inclui a guerra na Ucrânia e declarações de líderes estrangeiros que levaram governos europeus a repensar a segurança, inclusive o papel de armas nucleares.
Finlândia planeja levantar proibição de abrigar armas nucleares, o que, segundo a Rússia, aumenta tensões na Europa e pode representar uma ameaça. Moscou disse que responderá caso as armas sejam colocadas no território finlandês. O aviso foi feito pela imprensa russa nesta sexta-feira.
A decisão finlandesa, anunciada na véspera, ocorre em um contexto de aproximação com a OTAN. Finlândia, que faz fronteira longa com a Rússia, manteve neutralidade durante a Guerra Fria e entrou no bloco em 2023, em resposta ao conflito russo na Ucrânia.
Reação de Moscou
O porta-voz do Kremlin, Dmitri Peskov, afirmou que a declaração finlandesa conduz a uma escalada de tensões no continente e aumenta a vulnerabilidade de Helsinque, segundo ele provocada pelas próprias autoridades finlandesas. Peskov disse ainda que, se houver ameaça, a Rússia adotará medidas apropriadas.
Contexto geopolítico
A invasão da Ucrânia pela Rússia e avaliações sobre ações dos Estados Unidos contribuíram para que governos europeus repensem sua segurança, incluindo a presença de armas nuclear. O relatório também cita referências a declarações do então presidente dos EUA sobre Greenland como parte do cenário regional.
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