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Filipe Martins solicita ao STF autorização para receber visita de Moro e Nikolas

Filipe Martins pede ao STF autorização para receber visita de 16 parlamentares da oposição; objetivo é diálogo direto, enquanto permanece preso

Filipe Martins
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  • Filipe Martins pediu ao ministro Alexandre de Moraes, relator da ação penal no Supremo Tribunal Federal (STF), autorização para receber visita institucional de 16 parlamentares da oposição, com encontro presencial ainda sem data definida.
  • O requerimento foi assinado pelos advogados Jeffrey Chiquini da Costa e Ricardo Scheiffer Fernandes em 26 de março de 2026 e encaminhado ao STF em 30 de março, com a lista incluindo Moro, Sóstenes Cavalcante, Damares Alves, Rogério Marinho, Eduardo Girão e vários deputados.
  • A defesa afirma que o objetivo é viabilizar diálogo direto e reservado entre o réu e os parlamentares.
  • Martins está preso desde 2 de janeiro de 2026 na Cadeia Pública de Ponta Grossa, após Moraes decretar prisão preventiva, fundamentando a medida em relatório sobre acesso a LinkedIn.
  • Hoje também houve autorização para visitas iniciais a Martins: Gil Diniz e Giuseppe Chiappetta poderão visitá-lo em 4 de abril; Ricardo Arruda, em 5 de abril; Martins foi condenado a 21 anos de prisão em 16 de dezembro de 2025 por participação em tentativa de golpe de Estado.

Filipe Martins pediu ao STF autorização para receber visita institucional de 16 parlamentares da oposição. O pedido foi feito ao ministro Alexandre de Moraes, relator da ação penal. A defesa atuou com dois advogados, cujos nomes aparecem no documento.

O requerimento, assinado em 26 de março de 2026, foi encaminhado ao STF na segunda-feira, 30 de março. A lista de convidados inclui senadores, deputados e líderes de diferentes partidos, com o objetivo de promover diálogo direto entre o réu e os parlamentares.

Segundo a defesa, o objetivo é viabilizar um encontro presencial em data a ser definida, em formato reservado. O pedido cita a participação de figuras de oposição ao governo em exercício.

Visitas autorizadas na semana

Na mesma segunda-feira, o ministro autorizou visitas já programadas a Martins. O deputado estadual Gil Diniz, de São Paulo, e o vereador Giuseppe Chiappetta, do RS, poderão visitá-lo em 4 de abril. Também está permitido o acesso do deputado estadual Ricardo Arruda, do Paraná, em 5 de abril.

Filipe Martins está preso na Cadeia Pública de Ponta Grossa (PR) desde 2 de janeiro de 2026, após decisão de Moraes. A prisão decorreu de uma denúncia envolvendo o envio de um relato de e-mail ao gabinete do ministro.

A ordem prisional considerou que o conteúdo enviado e o registro de acesso configuraram desrespeito às medidas cautelares. A defesa sustenta que o último acesso ocorreu em 13 de setembro de 2024, de IP localizado nos Estados Unidos, o que seria compatível com atuação de advogado no exterior.

O procurador-geral da República, Paulo Gonet, contestou o argumento, mantendo o registro de acesso de 28 de dezembro de 2025. Moraes manteve a prisão com base na avaliação da PGR, destacando a ineficácia de medidas cautelares alternativas.

Martins foi condenado pela 1ª Turma do STF a 21 anos de prisão em 16 de dezembro de 2025, pela participação na tentativa de golpe de Estado. A defesa já recorreu das decisões anteriores.

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