- A Procuradoria-Geral da República pediu a condenação de Eduardo Bolsonaro por coação em processo sobre a trama golpista, com denúncia apresentada ao Supremo Tribunal Federal na quarta-feira (16).
- A PGR afirma que o parlamentar coacionou testemunhas para favorecer interesses pessoais e políticos, incluindo ameaças e pressão para que depoimentos fossem alterados.
- O pedido é para que Eduardo Bolsonaro seja condenado às penas previstas na legislação brasileira; o processo tramita sob sigilo e ainda não há decisão final.
- Eduardo Bolsonaro nega as acusações e diz ter agido dentro da legalidade e da ética parlamentar.
- A denúncia resulta de investigações que indicaram tentativas de influenciar depoimentos relacionados ao caso, ressaltando que a conduta violaria princípios de honestidade e integridade no mandato.
A Procuradoria-Geral da República pediu a condenação de Eduardo Bolsonaro por coação em processo que envolve uma trama golpista. A denúncia foi apresentada ao Supremo Tribunal Federal nesta quarta-feira (16). O crime imputado seria coação de testemunhas para beneficiar interesses pessoais e políticos.
Segundo a PGR, o parlamentar teria feito ameaças e pressionado testemunhas a alterarem seus depoimentos. A peça mostra que a conduta pode configurar o crime de coação, com pedidos de aplicação das penas previstas na lei.
O processo tramita sob sigilo, e ainda não há decisão final. Eduardo Bolsonaro nega as acusações, afirmando ter atuado dentro da legalidade e da ética parlamentar.
A denúncia resulta de investigações que teriam identificado indícios de tentativas de influência sobre depoimentos ligados ao caso da trama golpista. A PGR sustenta que esse comportamento fere princípios de honestidade no mandato.
O caso se soma a outras investigações envolvendo membros da família Bolsonaro, que enfrentam múltiplas denúncias e processos na Justiça brasileira.
Contexto da denúncia
A PGR protocolou a peça após apurações sobre possíveis pressões a testemunhas, com foco em influenciar o andamento do processo no STF. O objetivo seria favorecer interesses pessoais e políticos do parlamentar.
Situação processual
O STF continua a análise, sem definição sobre o mérito da denúncia. A defesa de Eduardo Bolsonaro já afirmou que não houve irregularidade e que os atos teriam respaldo na atuação parlamentar.
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