- O juiz de Los Angeles declarou mistrial por conduta de jurado que pesquisou informações na internet e as compartilhou, e determinou a formação de um novo júri; Brown deve voltar na quinta-feira para o início do depoimento.
- Brown pretendia testemunhar como primeira testemunha no caso civil e pediu atraso para viajar à Las Vegas ver o filho recém-nascido; o voo foi marcado para depois do dia da audiência.
- O processo envolve Maria Avila, que afirma ter sido atacada por um cão de guarda enorme em 12 de dezembro de 2020 na residência de Brown, levando a danos e cirurgia de emergência.
- O advogado de Brown informou que houve aceitação parcial de responsabilidade pelo empresário, com o foco do julgamento em quanto ele e a empresa devem pagar a Avila e se a irmã de Avila e o marido têm direito a compensação.
- A família de Avila relata cenas graves do ataque; o cão foi abatido posteriormente; Brown nega ter removido o animal e diz que só soube de Paramedicos e da retirada após a chegada da polícia.
Chris Brown teve a sessão interrompida em uma audiência trabalhista em Los Angeles após a revelação de conduta inadequada de um jurado. O juiz Huey P. Cotton declarou mistrial quando o painel desrespeitou orientações sobre busca de informações na internet, tornando necessária a formação de um novo júri.
O astro, que pretendia testemunhar como primeira parte do caso, pediu nova prorrogação. Ele tinha voo marcado para Las Vegas na noite de terça para visitar o filho recém-nascido. O juiz determinou que Brown retornasse na manhã de quinta-feira para iniciar o testemunho no novo júri.
A ação civil envolve Maria Avila, antiga funcionária doméstica de Brown, que alega ter sofrido danos em decorrência do ataque de um grande cão de guarda na residência do artista em Los Angeles, em 12 de dezembro de 2020. A disputa gira em torno de eventual responsabilidade financeira de Brown e de sua empresa.
Durante a seleção, ficou acordado que Brown admite, em parte, a responsabilidade pelos danos. O núcleo do litígio é o montante de indenização devido a Avila, bem como de eventuais direitos de seus familiares presentes na ocasião, incluindo a irmã da vítima e o esposo que reivindicam perdas por consórcio.
Avila descreve que o cão atacou de forma repentina, causando ferimentos graves no rosto e no braço, com necessidade de cirurgia de emergência. Ela afirma ter ficado com desfiguração permanente, dano nervoso e perda de visão, agravados pela suposta ausência de Brown no momento do ocorrido.
A defensoria sustenta que Brown não presenciou o ferimento nem participou da retirada do animal. Segundo a defesa, o carro que deixou o local foi ouvido apenas pela vítima, que relatou ter ouvido sirenes e a chegada de paramédicos, sem presença do músico no momento da saída.
Desdobramentos do julgamento
O tribunal já havia excluído menções a incidentes anteriores envolvendo Brown, incluindo uma condenação por violência doméstica, para evitar influenciar o caso atual. A defesa também informou que a mãe de Brown não participou da decisão de encaminhar o cão para Humboldt County, e que o animal foi posteriormente capturado e eutanizado.
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