- Moraes manteve as medidas cautelares a Bolsonaro na domicílio, incluindo proibição de celular, gravação de vídeos ou áudios e uso de redes sociais, com depósito de aparelhos durante visitas.
- Bolsonaro também deve usar tornozeleira eletrônica; as visitas ficam restritas a familiares, advogados e médicos, por noventa dias.
- Eduardo reagiu, classificando o pedido de explicações de Moraes como esdrúxulo e afirmando que há tentativa de criar uma narrativa para prejudicá-lo.
- Nos EUA, Eduardo participou do maior evento conservador do mundo, a CPAC, discursando empunhando o celular para direcionar a câmera à plateia.
- Michelle, pelo PL Mulher, disse que nenhum arquivo foi encaminhado a ela por Eduardo e, mesmo que tivesse, não seria mostrado a Bolsonaro devido à proibição de acesso a celulares.
Eduardo e Michelle reagiram a um pedido de explicações de Alexandre de Moraes sobre um vídeo envolvendo Bolsonaro. O episódio envolve acusações de tentativa de distorção da narrativa e de manobra política, segundo as declarações da defesa.
No fim de semana, Eduardo participou da CPAC nos EUA, considerado um grande evento conservador. Ele gravou parte de sua fala com o celular em mãos, dirigindo a câmera à plateia, e disse que mostraria o vídeo ao pai.
Michelle, por meio do PL Mulher, afirmou que Eduardo não encaminhou nenhum arquivo a ela. A nota também ressalta que, mesmo que recebesse material, Bolsonaro não poderia acessá-lo por decisão judicial que restringe o uso de celulares.
Medidas cautelares em vigor
Moraes lembrou, no despacho, que Bolsonaro está proibido de usar celular. Como parte da prisão domiciliar humanitária de 90 dias, há restrições de comunicação externa, inclusive por terceiros, e de gravação de vídeos ou áudios.
O ministro estabeleceu ainda que o ex-presidente não poderá usar redes sociais. Em caso de descumprimento, a domiciliar pode ser revogada e o regime pode retornar ao fechado ou ao hospital penitenciário.
Entre as medidas, está a obrigação de usar tornozeleira eletrônica. Visitas são restritas e requerem autorização judicial; visitas de familiares, advogados e médicos são permitidas conforme regras do posto de fiscalização.
A decisão também determina que advogados regularmente constituídos sejam intimados para prestarem esclarecimentos à Suprema Corte em 24 horas sobre a postagem mencionada.
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