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Dani Lima aponta expectativa de 1ª Turma ser unânime sobre irmãos Brazão

STF deve ter posição unânime sobre autoria do crime; defesa questiona delator, PGR afirma acervo probatório robusto que sustenta condenação dos irmãos Brazão

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  • A Primeira Turma do STF é esperada, de forma unânime, no julgamento do caso Marielle Franco e Anderson Gomes.
  • As defesas tentam desqualificar a delação de Ronnie Lessa, executor do crime, enquanto a PGR argumenta que há um acervo probatório amplo além do acordo do delator.
  • Caso não haja unanimidade, os réus precisariam de dois votos contrários para entrar com embargo, o recurso mais poderoso.
  • O vice-procurador-geral da República manifestou-se pela condenação dos irmãos Domingos e Chiquinho Brazão como mandantes do homicídio.
  • O voto do relator, ministro Alexandre de Moraes, é visto como alinhado com a linha da acusação, não indicando espaço para sanar dúvidas sobre a autoria.

A Primeira Turma do STF deve manter posição unânime no julgamento do caso Marielle Franco e Anderson Gomes, segundo a colunista Daniela Lima. A defesa tenta desqualificar a delação do ex-PM Ronnie Lessa, apontado como executor do crime, mas a PGR sustenta que há um conjunto de provas além do acordo do delator.

A Procuradoria-Geral da República argumenta que o acervo probatório é amplo e robusto, suficiente para sustentar a condenação. Daniela Lima destacou que o foco das defesas é criar dúvida sobre a autoria, o que, na leitura dela, não se alinha com o voto do relator.

Hindenburgo Chateaubriand, vice-procurador-geral, manifestou-se que Domingos Brazão e Chiquinho Brazão atuaram como mandantes da morte da vereadora Marielle Franco, em 2018, mantendo a linha de condenação. O julgamento continua com expectativa de deliberação unânime.

Contexto do caso

O julgamento envolve irmãos Brazão e a participação de Ronnie Lessa. A defesa aponta inconsistências na delação, enquanto a PGR reforça o conjunto de provas adquiridas ao longo do processo. O desfecho pode depender de votos da maioria, com possibilidade de embargo caso haja dissenso relevante.

Próximos passos

A corte ainda não divulgou data de conclusão. Caso haja dissenso, seria necessário pelo menos dois votos contrários para abrir caminho ao embargo. A cobertura segue com as próximas sessões e declarações oficiais.

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