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Documentos Epstein revelam Leon Black como colecionador de obras de Van Gogh

Documentos de Epstein revelam Leon Black como importante colecionador de Van Gogh, com cinco obras, incluindo Quarry near Saint-Rémy, avaliada em US$ 60 milhões

Van Gogh’s Quarry near Saint-Rémy (September 1889)
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  • Os Papéis de Epstein revelam que o investidor Leon Black possuía obras de Van Gogh, incluindo Quarry near Saint-Rémy, avaliada em $60m em 2016, e Garden with Flowers, avaliada em $25m, além de mais três trabalhos em papel.
  • As peças teriam sido adquiridas de forma privada, não em leilões.
  • Black passou a ser visto como um dos principais colecionadores de Van Gogh do início do século XXI.
  • Ele foi presidente do Museu de Arte Moderna de Nova York entre 2018 e 2021 e, após revelações sobre vínculos com Epstein, não buscou reeleição, mantendo o cargo de trustee.
  • Epstein foi condenado em 2008 por solicitação de prostituição e menor; morreu em prisão em 2019 em circunstâncias consideradas suicídio. A participação de Black nos papéis não implica crime e ele nega envolvimento em atividades criminosas; a representante dele não respondeu até o momento.

O conjunto de documentos conhecidos como Epstein papers, divulgados pelo Departamento de Justiça dos EUA, aponta que o investidor Leon Black foi proprietário de cinco obras de Vincent van Gogh. Entre elas estavam Quarry near Saint-Rémy, avaliada em 60 milhões de dólares em 2016, e Garden with Flowers, avaliada em 25 milhões de dólares na época. Além disso, constam três outros trabalhos do artista em papel.

As aquisições teriam ocorrido de forma privada, sem passagens por leilões, segundo os registros. Black surge, assim, como um dos colecionadores mais relevantes de Van Gogh no início do século XXI. A relação com Epstein vem do fato de o empresário ter recebido aconselhamento financeiro do investidor.

Contexto sobre as relações e respostas

Black foi presidente da MoMA de 2018 a 2021, cargo que não buscou manter após as informações sobre seus vínculos com Epstein, apesar de continuar como trustee. Epstein foi condenado em 2008 por solicitação de prostituição e menor de idade; morreu em 2019 na prisão, em circunstâncias classificadas como suicídio, enquanto aguardava julgamento por acusações federais de tráfico sexual.

A divulgação dos Epstein papers não implica, por si só, irregularidades por parte de Black. O empresário já registrou repúdio a qualquer ilicitude em suas tratativas com Epstein e alegou não ter conhecimento de atividades criminosas do financiador. Até o fechamento deste texto, a repórter responsável pela matéria não recebeu resposta da equipe de Black sobre o assunto.

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