- Em 2025, produtores latino-americanos forneceram 31,5 milhões de toneladas de carne de frango, equivalente a 29,4% da produção mundial e a 57,6% da atividade avícola das Américas.
- Os embarques regionais somaram 5,74 milhões de toneladas, representando 39,4% das exportações globais da proteína avícola.
- A disponibilidade interna chegou a 27,4 milhões de toneladas, com consumo per capita de 41,0 kg por habitante ao ano.
- A pesquisa envolve 25 países da América Latina e do Caribe e orienta estratégias de aporte e negociações comerciais no setor.
- A diretora-executiva da Associação Latino-Americana de Avicultura afirmou que o relatório funciona como ferramenta de inteligência setorial para identificar tendências e estruturar bases operacionais integradas.
A América Latina e o Caribe produziram 31,5 milhões de toneladas de carne de frango em 2025, segundo a edição 2026 do Relatório Latino-Americano de Carne de Frango, do ILP, ligado à ALA. A região responde por 29,4% da produção mundial e por 57,6% do total das Américas.
No âmbito do comércio exterior, os embarques regionais somaram 5,74 milhões de toneladas no ano, equivalentes a 39,4% das exportações globais de frango. Os dados ajudam frigoríficos e investidores a planejar estratégias no bloco geográfico.
A produção interna totalizou 27,4 milhões de toneladas, com média de 41,0 kg de carne por habitante ao ano. A pesquisa utiliza dados de associações nacionais e estatísticas globais, para mensurar consumo per capita e disponibilidade interna.
Tendências comerciais para a cadeia de aves
Dania Ferrera, diretora-executiva da ALA, afirma que o estudo funciona como ferramenta de inteligência setorial para identificar tendências comerciais e apoiar estruturas operacionais integradas. A publicação em espanhol e inglês busca ampliar a transparência do abatimento de aves e do desempenho econômico da cadeia para riscos de investimento.
O relatório também aponta que a divulgação de dados orientará negociações bilaterais de comércio e barreiras sanitárias entre exporters e compradores na Ásia e no Oriente Médio. O comitê técnico da ALA planeja usar o banco de dados para apresentar o inventário produtivo regional em fóruns internacionais de sustentabilidade e sanidade animal no segundo semestre.
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