- Andy Burnham escolheu James Purnell, ex-ministro de Trabalho e Pensão, para ser chefe de gabinete em Downing Street, fortalecendo sua equipe para um possível governo.
- Purnell sinalizou que pode aceitar o cargo, mas ainda negocia termos.
- A nomeação, se confirmada, representaria o retorno de Purnell ao governo desde sua renúncia em 2009, em protesto contra a gestão de Gordon Brown.
- O político teve atuação de destaque como ministro sob Tony Blair e Gordon Brown, depois trabalhou na BBC e, mais recentemente, comandou a Flint Global desde 2024.
- A movimentação ocorre em meio a disputas dentro do Labour sobre quem ocupar cargos-chave no eventual governo de Burnham, incluindo a possibilidade de Ed Miliband ou Wes Streeting no papel de chanceler.
Andy Burnham escolheu James Purnell, ex-ministro de Blair, para ocupar o cargo de chefe de gabinete, segundo o Guardian. A decisão visa finalizar a equipe de governo de Burnham. O acordo ocorre em meio aos preparativos para um possível governo do bloco trabalhista.
Makerfield MP optou por seu ex-colega de gabinete para ser o braço direito em Downing Street. Purnell já sinalizou que pode aceitar o cargo, mesmo em negociação de termos. A nomeação seria uma volta aos palácios de poder para o ex-secretário de Trabalho e Pensões, que deixou o cargo em 2009.
Purnell ganhou destaque no governo de Tony Blair e de Gordon Brown. Ele pediu demissão como ministro do Trabalho e Previdência após as eleições locais de 2009, numa tentativa de derrubar Brown. Mais tarde atuou no setor de mídia e lobbying.
Após esse episódio, Purnell trabalhou no BBC e, em 2024, tornou-se diretor executivo da Flint Global, firma de lobbying. Burnham e Purnell já dividiram espaço político no noroeste inglês, com uma relação histórica de colaboração.
Se confirmada a operação, Purnell seria a primeira grande nomeação para um eventual governo de Burnham. O político reentrou no Parlamento nesta semana e pode disputar a chefia de gabinete entre outras disputas internas do Partido Trabalhista.
Entre os trabalhistas cresce a corrida por cargos de alto escalão, incluindo a posição de chanceler. Há quem sugera Ed Miliband para manter equilíbrio com o setor energético, enquanto outros apontam Wes Streeting como escolha mais estável para mercados.
Entre na conversa da comunidade