- Um ministro sênior defendeu a decisão de manter ocultas informações sobre a nomeação de Peter Mandelson como embaixador dos EUA, (Washington), diante de um comitê parlamentar poderoso.
- Darren Jones afirmou que há motivos válidos para não divulgar certos detalhes e que o próximo lote de documentos só será publicado no mês que vem.
- O Comitê de Inteligência e Segurança (ISC) publicou uma nota acusando o governo de redigir e reter documentos contrários à vontade do Parlamento.
- Jones disse que os ministros estão dentro de seus direitos e ressaltou que dados crus de investigações não devem ser tornados públicos para não comprometer a segurança nacional.
- O ISC planeja divulgar milhares de páginas em junho; não está confirmado se isso ocorrerá antes da eleição suplementar de Makerfield, prevista para 18 de junho.
Um ministro sênior defendeu a decisão do governo de reter informações relacionadas à nomeação de Peter Mandelson como embaixador em Washington, diante de um comitê parlamentar poderoso. Darren Jones, secretário-chefe da premiê, afirmou na Câmara que existem bons motivos para não divulgar certos detalhes e que o próximo lote de documentos sairá apenas no mês que vem.
O Comitê de Inteligência e Segurança (ISC) supervisiona o processo de divulgação. Na sexta-feira, o ISC divulgou uma nota acusando o governo de redigir e reter documentos contra a vontade do Parlamento. Jones, no entanto, disse que os ministros agiram dentro de seus direitos.
Ele sustentou que não há interesse público em publicar nomes e contatos de funcionários júnior, ou dados sensíveis. Segundo o ministro, dados crus coletados nas investigações vetting não devem ser publicados, para não comprometer futuras avaliações de segurança.
Jones afirmou que o conjunto seguinte de documentos, estimado em milhares de páginas, não será publicado até junho. Não confirmou se a divulgação ocorrerá antes da eleição suplementar de Makerfield, prevista para 18 de junho.
Avaliação do ISC
O ISC havia pressionado o governo a tornar públicos os documentos relacionados à decisão, com redações por segurança nacional e relações internacionais. O comitê criticou, na sexta, a forma como informações pessoais teriam sido retidas, incluindo endereços de email e números de telefone.
Os membros destacaram a retirada do arquivo completo de vetting de Mandelson, bem como das respostas dadas em entrevistas com oficiais de avaliação. A preocupação era assegurar o devido processo, não expor dados pessoais de Mandelson.
O presidente do ISC, Kevan Jones, declarou que a posição não busca encobrir, mas esclarecer as razões das redactions para o Parlamento e o público. Alguns integrantes, como Jeremy Wright, mostraram sympathia às redações, mas defenderam seguir as regras acordadas.
Entre na conversa da comunidade