- O vice-procurador-geral Todd Blanche disse à ABC News que a revisão do caso Epstein-Ghislaine Maxwell está encerrada; vítimas querem reparação, mas afirmam que não se pode criar evidências.
- A advogada das vítimas, Jennifer Freeman, acusou o DOJ de lidar de forma ruim com os arquivos de Epstein e afirmou que nomes de perpetradores são ocultados enquanto sobreviventes são expostos.
- Documentos de um grande descarte de 3,5 milhões de itens sugerem que outros homens teriam participado dos abusos, levantando dúvidas sobre a alegação de ausência de evidências para investigar terceiros.
- Dois agentes federais teriam atirado em Alex Pretti em Minneapolis: Jesus Ochoa e Raymundo Gutierrez; o CBP não divulgou mais informações sobre os agentes.
- Na cerimônia do Grammy, artistas criticaram a política de imigração, com mensagens contra o ICE durante os discursos, incluindo Bad Bunny e Billie Eilish.
O reconhecimento de que a revisão do caso Epstein-Ghislaine Maxwell chegou ao fim foi confirmado pelo vice-procurador-geral dos EUA, Todd Blanche, em entrevistas a veículos americanos. Ele disse que, embora as vítimas queiram reparação, o governo não pode “criar evidências” ou fabricar um caso que não exista. A declaração ocorreu dias após a liberação de uma grande leva de documentos relacionados ao caso.
Enquanto isso, advogada das vítimas afirmou que o tratamento oficial dos arquivos de Epstein tem sido falho desde o início. A defensoras e surviventes afirmam que o governo não pode simplesmente descarregar milhões de documentos e encerrar as investigações de uma das maiores falhas do enforcement federal dos EUA.
Documentos revelados
A divulgação de 3,5 milhões de documentos abriu novas perguntas sobre a possível participação de terceiros nos abusos envolvendo Epstein. Alguns itens sugerem que outros homens teriam estado envolvidos nas práticas de exploração. Autoridades mantêm a avaliação oficial de que não há evidência suficiente para abrir investigações sobre terceiros.
Identificação de agentes
Documentos federais indicam os nomes de dois agentes que teriam atirado em Alex Pretti durante um confronto em Minneapolis, gerando protestos e cobranças por inquérito criminal sobre ações de fiscalização de imigração. Os agentes são Jesus Ochoa, da Border Patrol, e Raymundo Gutierrez, da CBP. A agência não revelou detalhes adicionais.
Contexto político e institucional
As informações mais recentes sobre o caso Epstein somam-se a cobranças por maior transparência na gestão de arquivos oficiais. Enquanto as vítimas buscam reparação, organizações civis destacam a necessidade de esclarecer responsabilidades e caminhos de investigação.
Outras pautas do dia
Entre as notícias, surgem relatos sobre manifestações relacionadas a políticas de imigração e a resposta de figuras públicas a críticas de direitos civis. Também há coberturas sobre ações de atores culturais, disputas políticas e acontecimentos internacionais que repercutem no debate público.
Panorama global e jurídico
Especialistas ressaltam a importância de equilibrar reparação às vítimas com procedimentos legais rigorosos. A imprensa acompanha a evolução de decisões judiciais, liberação de documentos e a continuidade de investigações que possam emergir a partir das novas informações.
Esta edição apresenta um panorama sintético das principais pautas, combinando atualizações sobre o caso Epstein, a identificação de agentes envolvidos em homicídio policial e desenvolvimentos socio-políticos relevantes.
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