- Mochakk estreia a nova fase do Mochakk Calling em São Paulo nesta sexta-feira, dia dezoito.
- O evento apresenta um conceito visual inédito e um line-up adaptado à cena local.
- O DJ busca criar uma experiência única, diferente de festivais genéricos, utilizando artes e ativações com telefones e coordenadas.
- Mochakk, que já se apresentou em grandes festivais internacionais, prefere manter um ecossistema controlado e apoiar outros artistas.
- Ele também lançou a marca de roupas modulares Soro, com a segunda coleção prevista para ser lançada ainda este ano.
Mochakk, DJ brasileiro, estreia nova fase do Mochakk Calling em São Paulo nesta sexta-feira (18). O evento, que já passou por cidades como Lisboa, Madri, Nova York e Santiago, traz um conceito visual inédito e um line-up adaptado à cena local. “Queremos um projeto com alma, com direção artística, com a nossa cara”, afirma Pedro Luiz Nunes Maia, conhecido como Mochakk.
A festa, que se destaca por não se parecer com um festival genérico, busca criar uma experiência única para o público. O projeto começou com artes e ativações que utilizam telefones e coordenadas, tornando-se uma marca visual do evento. “Acabou virando um trocadilho interessante com essa coisa de ligar para várias cidades”, explica Mochakk.
Com apenas 25 anos, Mochakk já conquistou espaço em grandes festivais internacionais, como Kappa Futur e Sónar. Apesar do sucesso, ele prefere manter um ecossistema controlado, focando em evidenciar outros artistas. “Não quero ser gigante”, diz.
Além da música, Mochakk investe no design e lançou a marca de roupas modulares Soro, que incentiva a criatividade dos usuários. A segunda coleção da marca deve ser lançada ainda este ano. “A ideia é ser um incentivo à criatividade do próprio usuário”, explica.
A rotina intensa de shows, com cerca de 160 apresentações em 2023, trouxe desafios à saúde do DJ. Ele relata ter enfrentado problemas de postura e alimentação. “Desde então, tento me cuidar melhor”, afirma. Mochakk busca equilibrar a vida artística com momentos de normalidade, como andar de metrô e frequentar restaurantes.
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