- Em 2005, a DC Comics lançou a série All Star, permitindo histórias atemporais de seus personagens.
- Um dos títulos mais notáveis foi Grandes Astros: Superman, de Grant Morrison e Frank Quitely, que abordou a mortalidade do herói.
- James Gunn se inspira nessa obra para seu novo filme sobre Superman, destacando a humanidade e vulnerabilidades do personagem.
- O filme não é uma adaptação direta, mas incorpora elementos de Grandes Astros: Superman e Superman: As Quatro Estações.
- A obra de Morrison e Quitely recebeu prêmios como o Eisner Award e o Harvey Award, e a edição mais recente no Brasil foi publicada em 2018.
Em 2005, a DC Comics lançou a série All Star, permitindo que criadores contassem histórias de seus personagens sem as limitações da cronologia. Um dos títulos mais notáveis foi Grandes Astros: Superman, de Grant Morrison e Frank Quitely, que explorou a mortalidade do herói.
Agora, James Gunn se inspira nessa obra para seu novo filme sobre Superman, que está em cartaz. O diretor enfatiza a humanidade do personagem, abordando sua bondade e vulnerabilidades. O filme não é uma adaptação direta, mas incorpora elementos de Grandes Astros: Superman e outras obras, como Superman: As Quatro Estações.
Na trama de Grandes Astros: Superman, o herói enfrenta sua própria mortalidade após ser exposto à radiação solar. Com apenas um ano de vida, ele se propõe a realizar uma série de feitos heroicos, refletindo sobre seu legado. Essa abordagem foi elogiada por redimensionar o personagem, mantendo a essência do Superman clássico.
Gunn, que já havia trabalhado em um projeto anterior chamado Superman Now!, busca recontextualizar o Homem de Aço para novos leitores. Ele destaca que o filme foca em um Superman que é “impressionante e fantástico, mas também incrivelmente realista”, com problemas humanos. Além de Grandes Astros, o filme também se inspira em Lex Luthor: Homem de Aço.
A obra de Morrison e Quitely foi reconhecida com prêmios como o Eisner Award e o Harvey Award, solidificando seu impacto no universo dos quadrinhos. A edição mais recente no Brasil foi publicada em 2018, mas atualmente está fora de catálogo.
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