- Matt Berninger, vocalista do The National, lançou seu segundo álbum solo, intitulado Get Sunk.
- O álbum reflete sobre sua infância e busca transmitir esperança, distanciando-se de temas de depressão e política.
- Berninger afirmou que não deseja mais abordar sua história de depressão, já explorada em álbuns anteriores.
- Ele destacou a influência de Taylor Swift, que ajudou a aumentar a visibilidade de sua música.
- Get Sunk é descrito como uma obra otimista, onde Berninger revisita memórias de infância, como aprender a jogar sinuca com Neil Armstrong.
Matt Berninger, vocalista do The National, lançou seu segundo álbum solo, Get Sunk, que marca uma nova fase em sua carreira. O álbum, que reflete sobre sua infância e busca esperança, é um afastamento dos temas de depressão e política que dominaram seus trabalhos anteriores. Berninger, que já compartilhou suas lutas com a depressão exacerbada pelos lockdowns da Covid-19, decidiu que não queria mais revisitar essa narrativa.
Em entrevista, Berninger afirmou que não deseja mais falar sobre sua história de depressão, enfatizando que já abordou o tema em dois álbuns anteriores. Ele expressou que a intenção de Get Sunk era focar em experiências mais positivas e nostálgicas, como suas memórias de infância. O cantor mencionou que a música é uma forma de lidar com suas lembranças e que o álbum é uma reflexão sobre quem ele era antes de se tornar o artista que é hoje.
Influência de Taylor Swift
A influência de Taylor Swift também é notável nesta nova fase de Berninger. Ele reconhece que a proximidade com a artista ajudou a trazer novos fãs para sua música. Taylor Swift, que já declarou ser fã do The National, colaborou com o guitarrista da banda, Aaron Dessner, em álbuns que conquistaram prêmios, aumentando a visibilidade do grupo. Berninger elogiou Swift, afirmando que sua música ressoa com as letras do The National e que muitos fãs dela entendem sua arte.
O álbum Get Sunk é descrito como uma obra cheia de esperança, onde Berninger busca ser corajoso e positivo, especialmente em relação ao futuro de sua filha de 16 anos. Ele reflete sobre suas memórias de infância, incluindo momentos marcantes, como aprender a jogar sinuca com Neil Armstrong, o primeiro homem a pisar na Lua. Com isso, Berninger se distancia das sombras de sua luta pessoal, buscando um novo começo em sua carreira musical.
Entre na conversa da comunidade