- A Polícia Militar do Rio de Janeiro, em parceria com o Ministério Público, realizou uma operação em 25 de outubro.
- O objetivo foi desmantelar a atuação do Comando Vermelho (CV) em comunidades da Baixada Fluminense e da Zona Norte.
- Carlos Eduardo Santos da Silva, conhecido como Gorila, foi preso em um motel em Duque de Caxias.
- Durante a ação, dois outros criminosos foram capturados e foram apreendidos bens de luxo, incluindo joias e relógios.
- O secretário de Estado da Polícia Militar, coronel Marcelo de Menezes Nogueira, afirmou que a operação representa um golpe significativo na estrutura do CV.
A Polícia Militar do Rio de Janeiro, em conjunto com o Ministério Público, deflagrou uma operação nesta quarta-feira, 25 de outubro, em diversas comunidades da Baixada Fluminense e da Zona Norte da capital. O objetivo foi desmantelar a atuação do Comando Vermelho (CV), resultando na prisão de Carlos Eduardo Santos da Silva, conhecido como Gorila, apontado como chefe da facção na Região Serrana.
A operação ocorreu nas comunidades Sapo, Corte 8 e Santuário, no Complexo da Mangueirinha, e na localidade do Dique, em Jardim América. Gorila foi localizado em um motel às margens da Rodovia Washington Luiz, em Duque de Caxias. Durante a ação, equipes do Bope, BPChq e BAC enfrentaram resistência armada, resultando em um confronto. Após a troca de tiros, dois outros criminosos foram capturados.
Os detidos foram identificados como Lucas da Silva Ribeiro, gerente do tráfico na Mangueirinha, e Sandro Wallace, que tinha um mandado de prisão em aberto. Com Gorila, a polícia apreendeu joias, um celular e dois relógios de luxo, evidenciando a estrutura financeira da facção. Todos os presos foram levados para a 59ª DP em Duque de Caxias.
O secretário de Estado da Polícia Militar, coronel Marcelo de Menezes Nogueira, destacou que a operação é um resultado de um trabalho de inteligência integrado, representando um golpe significativo na estrutura do CV. A ação reafirma o compromisso das autoridades no combate ao crime organizado e na manutenção da ordem pública.
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