- A queda do Boeing 787-8 da Air India ocorreu em 12 de junho, logo após a decolagem de Ahmedabad, resultando em um único sobrevivente entre 242 passageiros.
- A investigação atual se concentra na possibilidade de um corte acidental de combustível, analisando os interruptores de controle do motor.
- Os gravadores de voo não indicaram falhas técnicas ou contaminação no combustível, mas a suspeita é que os motores perderam empuxo a cerca de 198 metros de altitude.
- Um relatório preliminar foi enviado ao Ministério da Aviação Civil da Índia, mas a falta de transparência nas investigações gerou críticas.
- A Air India e a Boeing ainda não comentaram sobre os novos desdobramentos da apuração, que é considerada um dos piores desastres aéreos recentes.
A investigação sobre a queda do Boeing 787-8 da Air India, que ocorreu em 12 de junho, está se concentrando na possibilidade de um corte acidental de combustível durante a decolagem. A aeronave, que levava 242 passageiros e tinha como destino Londres, caiu logo após decolar do aeroporto de Ahmedabad, na Índia, resultando em apenas um sobrevivente.
Os investigadores analisam os interruptores de controle do motor, que podem ter sido acionados inadvertidamente. Essa nova linha de apuração surgiu após a análise dos gravadores de voo, que não indicaram falhas técnicas ou contaminação no combustível. A suspeita é que os motores tenham perdido empuxo ao atingir cerca de 198 metros de altitude, corroborada por vídeos que mostram a aeronave perdendo força logo após a decolagem.
Relatório Preliminar
Um relatório preliminar sobre o acidente foi apresentado ao Ministério da Aviação Civil da Índia. As informações contidas no documento são aguardadas com expectativa, especialmente após a falta de transparência nas investigações. Até o momento, as autoridades indianas realizaram apenas uma coletiva de imprensa, sem responder a perguntas da mídia.
A investigação tem enfrentado críticas pela lentidão na divulgação de informações. Os dados do gravador de voo levaram cerca de duas semanas para serem acessados. Além disso, a participação de um especialista da Organização da Aviação Civil Internacional (OACI) foi impedida, levantando questionamentos sobre a condução do processo investigativo.
A Air India e a Boeing ainda não se manifestaram oficialmente sobre os novos desdobramentos da apuração. O acidente é considerado um dos piores desastres aéreos recentes, e a expectativa é que mais detalhes sejam revelados nas próximas semanas.
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