- Juliana Marins, publicitária de 26 anos, faleceu após uma queda no Monte Rinjani, na Indonésia.
- Uma nova autópsia foi realizada no Instituto Médico-Legal (IML) do Rio de Janeiro a pedido da família, com apoio da Defensoria Pública da União (DPU).
- O exame, que durou cerca de duas horas, busca esclarecer a data e horário da morte e investigar possível omissão de socorro.
- A autópsia anterior indicou que Juliana morreu devido a trauma severo e hemorragia intensa, cerca de 20 minutos após o acidente.
- A família aguarda o laudo preliminar, que deve ser divulgado em até sete dias, e a DPU solicitou à Polícia Federal a abertura de um inquérito sobre as circunstâncias do acidente.
O corpo da publicitária Juliana Marins, de 26 anos, que faleceu após uma queda no Monte Rinjani, na Indonésia, passou por uma nova autópsia no Instituto Médico-Legal (IML) do Rio de Janeiro. O exame foi realizado na manhã desta quarta-feira, com início às 8h30 e duração de cerca de duas horas. A nova perícia foi solicitada pela família, com apoio da Defensoria Pública da União (DPU), para esclarecer a data e o horário da morte, além de investigar uma possível omissão de socorro.
A autópsia anterior, realizada na Indonésia, indicou que Juliana morreu devido a um trauma severo, com múltiplas fraturas e hemorragia intensa, cerca de 20 minutos após o acidente. O corpo da jovem chegou ao Brasil uma semana após a confirmação de sua morte, transportado pela Força Aérea Brasileira (FAB). A urna funerária foi recebida com emoção no Aeroporto do Galeão, onde familiares estavam presentes.
Expectativas da Nova Autópsia
A nova autópsia visa esclarecer detalhes cruciais sobre a morte de Juliana. O laudo preliminar deve ser divulgado em até sete dias. A irmã da jovem, Mariana Marins, esteve presente durante o exame, mas não se manifestou à imprensa. A expectativa é que a nova perícia traga informações mais precisas sobre as circunstâncias da morte e se houve falhas no resgate.
A Defensoria Pública da União também solicitou à Polícia Federal a abertura de um inquérito para investigar as circunstâncias do acidente. A defensora pública Taísa Bittencourt destacou a importância de apurar se houve negligência por parte das autoridades locais durante o resgate. A família de Juliana acredita que a jovem pode ter sobrevivido por mais tempo após a queda, levantando questões sobre a atuação das equipes de socorro.
Desdobramentos e Reações
O pai de Juliana, Manoel Marins, expressou alívio com a chegada do corpo, afirmando que agora poderão dar um “encerramento digno” a essa tragédia. A nova autópsia foi uma resposta às incongruências do laudo indonésio, que não conseguiu determinar com precisão o momento da lesão fatal. A família aguarda ansiosamente o resultado dos exames, que podem trazer novas informações sobre a morte da jovem.
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