- O corpo de Juliana Marins foi liberado para a família após uma nova necropsia no Instituto Médico Legal do Rio de Janeiro.
- Juliana, de 26 anos, faleceu após uma queda durante uma trilha no monte Rinjani, na Indonésia, e seu corpo foi resgatado quatro dias depois do acidente.
- A autópsia durou mais de duas horas e foi acompanhada por peritos da Polícia Civil e da Polícia Federal, além de um assistente técnico da família.
- A família questiona a certidão de óbito da Indonésia e aguarda o laudo da nova perícia, que deve ser divulgado em até sete dias.
- O velório ocorrerá nesta sexta-feira, no Cemitério Parque da Colina, em Niterói, com cerimônia aberta ao público das 10h às 12h.
O corpo de Juliana Marins, 26 anos, foi liberado para a família após uma nova necropsia realizada no Instituto Médico Legal do Rio de Janeiro. A jovem faleceu após uma queda durante uma trilha no monte Rinjani, na Indonésia, e seu corpo foi resgatado quatro dias depois do acidente.
A autópsia, que durou mais de duas horas, foi acompanhada por peritos da Polícia Civil e da Polícia Federal, além de um assistente técnico da família. O laudo preliminar deve ser divulgado em até sete dias. A família questiona a certidão de óbito emitida na Indonésia, alegando falta de clareza sobre o momento da morte da jovem.
De acordo com o legista indonésio, Juliana sofreu um trauma torácico grave e apresentava múltiplas fraturas e hemorragia interna. A primeira autópsia indicou que a morte ocorreu entre 12 e 24 horas após a queda, mas a família acredita que há inconsistências nas informações. Juliana foi vista com vida dois dias após o acidente, mas o resgate só ocorreu quando já estava sem vida.
Circunstâncias do Acidente
Juliana estava em uma trilha sem equipamentos adequados, o que gerou questionamentos sobre sua sobrevivência nas condições climáticas adversas. A temperatura na região chegava a 0 ºC à noite. O legista indonésio descartou a hipotermia como causa da morte, afirmando que não havia sinais clássicos dessa condição.
A operação de resgate foi complexa, com socorristas enfrentando dificuldades devido à geografia acidentada e à neblina. O corpo foi recuperado após sete horas de trabalho intenso. A família expressou sua tristeza ao confirmar que Juliana não resistiu ao acidente, ressaltando a incerteza sobre as circunstâncias que levaram à sua morte.
O velório de Juliana ocorrerá nesta sexta-feira, no Cemitério Parque da Colina, em Niterói, com cerimônia aberta ao público das 10h às 12h. Após o velório, o corpo será cremado. A família continua em busca de respostas sobre o caso, enquanto aguarda o laudo da nova perícia.
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