- Familiares de Juliana Marins solicitaram uma nova autópsia no Brasil após sua morte em um acidente durante uma trilha na Indonésia.
- O pedido foi encaminhado à Justiça Federal com apoio da Defensoria Pública da União.
- A autópsia inicial descartou a hipótese de hipotermia e indicou trauma torácico grave como causa da morte.
- Juliana, de 26 anos, ficou ferida por quatro dias antes de falecer após cair na encosta do vulcão Rinjani.
- A família aguarda o retorno do corpo ao Brasil e enfrenta dificuldades para o translado, com a companhia aérea Emirates ainda sem confirmar a data do voo.
Familiares de Juliana Marins, brasileira que faleceu após um acidente durante uma trilha na Indonésia, solicitaram uma nova autópsia no Brasil. O pedido foi encaminhado à Justiça Federal com o apoio da Defensoria Pública da União. A expectativa é que a decisão sobre a nova análise ocorra em breve.
A autópsia inicial realizada na Indonésia descartou a hipótese de hipotermia como causa da morte, apontando trauma torácico grave como o motivo. O legista local, Ida Bagus Putu Alit, afirmou que Juliana sofreu fraturas e lesões internas após cair pela segunda vez na encosta do vulcão Rinjani. A jovem ficou ferida por quatro dias antes de falecer.
Mariana Marins, irmã de Juliana, expressou confiança no sistema judiciário e aguarda o retorno do corpo da jovem ao Brasil para que a nova autópsia possa ser realizada. A família enfrenta dificuldades para o translado, com a companhia aérea Emirates ainda não confirmando a data do voo. A Prefeitura de Niterói já depositou R$ 55 mil para auxiliar nos custos.
Juliana, de 26 anos, estava documentando sua experiência nas redes sociais antes do acidente. O corpo foi encontrado após um intenso trabalho de resgate, que durou quatro dias. A família planeja homenagear Juliana em sua cidade natal, onde uma trilha e um mirante receberão seu nome.
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