Um avião Boeing 737 MAX da Gol ficou atolado no pátio do aeroporto de Fernando de Noronha neste domingo enquanto se preparava para decolar para São Paulo. Esse incidente é semelhante ao que ocorreu com um avião da Azul na semana passada, levantando preocupações sobre a infraestrutura do aeroporto. O problema aconteceu durante o taxiamento e a Gol reposicionou a aeronave, que seguiu viagem após inspeção. A Dix Aeroportos, que administra o local, informou que o afundamento ocorreu em uma área diferente e já havia alertado sobre a urgência nas obras de requalificação. Até agora, apenas parte da pista foi concluída, deixando áreas importantes sem a infraestrutura necessária. A empresa destacou que as melhorias feitas após o primeiro incidente não foram suficientes para suportar o peso do Boeing 737 MAX, que é maior que o modelo da Azul.
Uma aeronave Boeing 737 MAX da Gol Linhas Aéreas ficou atolada no pátio do aeroporto de Fernando de Noronha neste domingo (29). O incidente ocorreu enquanto a aeronave se preparava para decolar em um voo com destino a São Paulo. Este evento é semelhante ao que aconteceu com um avião da Azul na semana passada, levantando preocupações sobre a infraestrutura do local.
No dia 22 de outubro, um Embraer E195-E2 da Azul também ficou preso no asfalto do aeroporto, enquanto era movido para a posição de decolagem. Na nova ocorrência, o Boeing 737 MAX 8, de matrícula PR-XMQ, afundou durante o taxiamento, levando a Gol a reposicionar a aeronave. O voo G3 1776 seguiu viagem normalmente após a inspeção do avião por mecânicos da companhia.
A Dix Aeroportos, responsável pela administração do aeroporto, informou que o afundamento ocorreu em um trecho diferente do pátio. A empresa destacou que já havia alertado a Secretaria Estadual de Mobilidade e Infraestrutura (Semobi) sobre a urgência na conclusão das obras de requalificação da área. Até o momento, apenas uma parte da pista de pouso e decolagem foi finalizada, deixando áreas essenciais para a movimentação de aeronaves sem a devida infraestrutura.
A Dix Aeroportos enfatizou a importância de cumprir os cronogramas de obras para evitar novos incidentes. Apesar de alguns reparos realizados após o primeiro atolamento, as melhorias não foram suficientes para suportar o peso do Boeing 737 MAX, que é maior e mais pesado que o modelo da Azul.
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