Em Alta Copa do Mundo NotíciasFutebol_POLÍTICA_Brasileconomia

Converse com o Telinha

Telinha
Oi! Posso responder perguntas apenas com base nesta matéria. O que você quer saber?

Agência banida é contratada para trilha em parque com restrições

Agência banida continua a operar no monte Rinjani, levantando questões sobre segurança após a morte de Juliana Marins durante trilha.

Imagem de drone mostra publicitária brasileira Juliana Marins, que caiu em trilha na ilha de Lombok, na Indonésia (Foto: Reprodução)
0:00
Carregando...
0:00

Juliana Marins, uma publicitária de 26 anos, foi encontrada morta no monte Rinjani, na Indonésia, após um acidente durante uma trilha. A agência que organizou sua escalada, Bas Rinjani, estava proibida de operar no parque nacional, o que levanta preocupações sobre a segurança de suas atividades. Mesmo banida, a Bas Rinjani continua a funcionar, o que preocupa guias locais. Juliana caiu de um penhasco de cerca de 300 metros e sofreu ferimentos graves. O resgate foi demorado devido ao difícil acesso e à neblina, gerando críticas da família, que acompanhou a situação por mensagens de outros turistas. O corpo dela foi recuperado após sete horas de trabalho dos socorristas. A autópsia mostrou que a causa da morte foi trauma torácico grave, e não hipotermia, como se pensava antes. A família ficou indignada com a forma como as autoridades lidaram com o caso. A trilha foi reaberta três dias após o resgate, mas sem novas medidas de segurança, e internautas pedem mais transparência sobre as agências banidas, enquanto o parque enfrenta críticas pela falta de fiscalização.

Juliana Marins, uma publicitária de 26 anos, foi encontrada morta no monte Rinjani, na Indonésia, após um acidente durante uma trilha. A agência responsável pela sua escalada, Bas Rinjani, estava na lista negra do parque nacional, o que levanta questões sobre a segurança e a legalidade de suas operações.

Apesar de estar banida, a Bas Rinjani continua a operar, o que preocupa guias locais. Um organizador de turismo, que preferiu não se identificar, afirmou que a empresa é “comprovadamente problemática” e questionou como ainda consegue levar turistas ao parque. A venda do bilhete de Juliana foi feita por meio da Ryant Tour, que confirmou a transação, mas alegou que a gestão da atividade era responsabilidade da Bas Rinjani.

Juliana sofreu ferimentos graves após cair de um penhasco de cerca de 300 metros. O resgate foi complicado pela dificuldade de acesso à trilha e pela presença de neblina. A demora no socorro gerou críticas, especialmente da família, que acompanhou a situação por meio de mensagens de outros turistas. O corpo de Juliana foi recuperado após sete horas de trabalho dos socorristas.

A autópsia revelou que a causa da morte foi trauma torácico grave devido a múltiplas fraturas. O médico legista, Ida Bagus Alit, afirmou que a jovem não apresentava sinais de hipotermia, o que contradiz informações anteriores sobre a causa da morte. A família expressou indignação com a forma como as autoridades lidaram com a situação, especialmente pela divulgação prematura do laudo.

A reabertura da trilha foi anunciada três dias após o resgate do corpo de Juliana, mas sem detalhes sobre novas medidas de segurança. Internautas pedem mais transparência sobre as operações das agências banidas, enquanto o Parque Nacional do Monte Rinjani enfrenta críticas pela falta de fiscalização.

Relacionados:

Comentários 0

Entre na conversa da comunidade

Os comentários não representam a opinião do Portal Tela; a responsabilidade é do autor da mensagem. Conecte-se para comentar

Veja Mais