Em Alta Copa do Mundo NotíciasFutebol_POLÍTICA_Brasileconomia

Converse com o Telinha

Telinha
Oi! Posso responder perguntas apenas com base nesta matéria. O que você quer saber?

Prefeitura de Niterói organiza traslado do corpo de brasileira falecida na Indonésia

Prefeitura de Niterói inicia processo de repatriação do corpo de Juliana Marins, após acidente em trilha na Indonésia.

Juliana Marins: brasileira é encontrada morta quatro dias após cair em vulcão na Indonésia (Foto: Reprodução da internet)
0:00
Carregando...
0:00

Juliana Marins, uma publicitária de 26 anos de Niterói, morreu após cair de um penhasco durante uma trilha no vulcão Rinjani, na Indonésia, enquanto viajava pelo Sudeste Asiático. A Prefeitura de Niterói informou que vai repatriar o corpo dela, que ainda aguarda a liberação das autoridades indonésias. O prefeito Rodrigo Neves disse que a prefeitura ajudará a família de Juliana com o retorno do corpo para o Brasil. O acidente aconteceu na trilha de Cemara Nunggal, que é conhecida por ser perigosa. As buscas por Juliana foram difíceis, com equipes enfrentando neblina e falta de sinal de celular. O guia que estava com ela, Ali Musthofa, negou ter abandonado a jovem e contou que voltou para procurá-la assim que percebeu que ela estava demorando. Ele acionou a equipe de resgate, que teve dificuldades para chegar ao local. A família de Juliana acompanhou as buscas de perto, mantendo a esperança de encontrá-la viva. O caso gerou comoção no Brasil, e o presidente Luiz Inácio Lula da Silva lamentou a morte dela.

A publicitária Juliana Marins, de 26 anos, faleceu após cair de um penhasco durante uma trilha no vulcão Rinjani, na Indonésia. O acidente ocorreu enquanto ela estava em uma viagem de mochilão pelo Sudeste Asiático. A Prefeitura de Niterói anunciou que irá repatriar o corpo da jovem, que aguarda liberação das autoridades locais.

O prefeito Rodrigo Neves (PDT) confirmou que a gestão municipal se comprometeu a apoiar a família de Juliana, garantindo que seu corpo retorne ao Brasil para velório e sepultamento. A data do funeral ainda depende da conclusão dos trâmites internacionais. Juliana estava viajando desde fevereiro e havia visitado países como Filipinas, Tailândia e Vietnã.

Detalhes do Acidente

Juliana caiu na região de Cemara Nunggal, conhecida por sua trilha perigosa. As buscas mobilizaram autoridades locais e voluntários, que enfrentaram dificuldades devido à neblina e à falta de sinal de celular na área. O resgate foi complicado, com equipes terrestres avançando apenas 400 metros em quatro dias de busca.

O guia que acompanhava Juliana, Ali Musthofa, negou ter abandonado a jovem antes do acidente. Ele afirmou que esperou por ela por apenas três minutos antes de seguir adiante. Ao perceber a demora, voltou para procurá-la e viu sua lanterna a cerca de 150 metros de profundidade. Musthofa acionou a equipe de resgate, que enfrentou desafios para chegar até o local.

Mobilização e Resgate

As operações de resgate foram intensas, com o uso de helicópteros e equipes terrestres, que enfrentaram desafios devido ao terreno instável. A família de Juliana acompanhou a situação de perto, mantendo a esperança de encontrá-la viva até o último momento. Informações sobre a queda chegaram ao Brasil por meio de outros turistas que estavam na trilha.

Juliana era descrita como uma jovem vibrante, apaixonada pela natureza e pelas viagens. O caso gerou comoção no Brasil, com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva lamentando a morte da publicitária. A Prefeitura de Niterói anunciou que cuidará do traslado do corpo, reafirmando seu compromisso com a família.

Relacionados:

Comentários 0

Entre na conversa da comunidade

Os comentários não representam a opinião do Portal Tela; a responsabilidade é do autor da mensagem. Conecte-se para comentar

Veja Mais