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Montanhista critica conduta do guia em trilha e aponta falhas na segurança

Montanhista brasileira Juliana Marins continua desaparecida após queda no Monte Rinjani; resgate enfrenta desafios climáticos e críticas à conduta do guia.

Juliana Marins durante sua viagem para a Ásia (Foto: Reprodução)
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Juliana Marins, uma montanhista brasileira de 26 anos, está desaparecida há mais de quatro dias após cair de um penhasco no Monte Rinjani, na Indonésia. Ela caiu de cerca de 500 metros enquanto fazia uma trilha e pediu ao guia para descansar. Apesar de ter sido localizada por drones, as buscas estão difíceis devido à neblina e ao terreno complicado. Aretha Duarte, uma montanhista que defendeu Juliana, destacou que ela tomou precauções ao contratar uma agência e um guia. Aretha criticou o guia por ter deixado Juliana sozinha por uma hora, afirmando que isso foi inadequado. As buscas estão no quarto dia e a família de Juliana está pressionando as autoridades por mais agilidade. Aretha também criticou a lentidão e a desorganização das operações de resgate, pedindo que a agência contratada assuma a responsabilidade pelo acidente. Juliana, que é de Niterói (RJ), está viajando pela Ásia desde fevereiro e já passou por outros países antes de chegar à Indonésia.

Juliana Marins, uma montanhista brasileira de 26 anos, está desaparecida há mais de quatro dias após cair de um penhasco no Monte Rinjani, na Indonésia. A jovem caiu de uma altura de cerca de 500 metros no sábado (21) enquanto fazia uma trilha e pediu ao guia para descansar. Ela foi localizada por drones, mas o resgate enfrenta dificuldades devido à neblina densa e ao terreno acidentado.

A montanhista Aretha Duarte, conhecida por ser a primeira mulher negra latino-americana a escalar o Monte Everest, defendeu Juliana, ressaltando que ela tomou precauções ao contratar uma agência e um guia local. Aretha criticou a conduta do guia, que, segundo a família de Juliana, a deixou sozinha por uma hora durante a trilha. Para Aretha, a jovem não cometeu erros e demonstrou responsabilidade ao planejar sua viagem.

Aretha enfatizou que a atitude do guia foi inadequada, pois todos os participantes devem manter contato visual e orientação com o guia. Ela destacou que, em trilhas difíceis, é comum que os participantes tenham ritmos diferentes, mas cabe ao guia garantir a coesão do grupo. Juliana estava em sua segunda dia de trilha e, após se sentir cansada, decidiu descansar.

As buscas por Juliana estão no quarto dia de operação. A irmã da montanhista, Mariana Marins, informou que o resgate seria retomado no início da noite de segunda-feira (23) no Brasil e na manhã de terça-feira na Indonésia. Um brasileiro que acompanha a situação no local relatou que o tempo estava limpo, o que pode facilitar as operações de resgate.

Aretha também criticou a lentidão e a desorganização nas ações de resgate, cobrando responsabilidade da agência contratada por Juliana. Ela afirmou que a agência deve assumir a responsabilidade civil pelo acidente. Apesar da gravidade da situação, Aretha enviou uma mensagem de apoio à família de Juliana, expressando esperança de que ela seja resgatada com vida. Juliana, natural de Niterói (RJ), está viajando pela Ásia desde fevereiro e já passou por Filipinas, Vietnã e Tailândia antes de chegar à Indonésia. A família continua a pressionar as autoridades locais e brasileiras por agilidade nas operações de resgate.

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