Um ataque ao Hospital Al-Mujlad, no Sudão, deixou mais de 40 mortos, incluindo crianças e profissionais de saúde. O incidente ocorreu no último sábado, durante a guerra civil que começou em abril de 2023. A Organização Mundial da Saúde (OMS) chamou o ataque de “ato horrível” e pediu que os ataques a hospitais parem. O hospital, que era a única unidade de saúde funcionando na região de Kordofan do Oeste, foi atacado pelas Forças Armadas Sudanesas, que buscavam combatentes da Força de Apoio Rápido. Entre os mortos, estavam seis crianças e cinco trabalhadores de saúde, e muitas pessoas ficaram feridas. A crise humanitária no Sudão se agravou, com a ONU considerando-a a pior do mundo, resultando em milhares de mortes e milhões de deslocados. A UNICEF alertou sobre a situação crítica das crianças, que enfrentam desnutrição e falta de serviços básicos. A OMS e grupos de direitos humanos pedem uma investigação sobre o ataque e a responsabilização dos culpados.
Ataque a hospital no Sudão deixa mais de 40 mortos
Um ataque ao Hospital Al-Mujlad, no Sudão, resultou na morte de mais de 40 pessoas, incluindo crianças e profissionais de saúde. O incidente ocorreu no último sábado, em meio à guerra civil que assola o país desde abril de 2023. A Organização Mundial da Saúde (OMS) classificou o ataque como “mais um ato horrível” e pediu que os ataques a instalações de saúde cessem.
O hospital, localizado no estado de Kordofan do Oeste, era a única unidade de saúde em funcionamento na região. A Forças Armadas Sudanesas (SAF) são acusadas de realizar o ataque, que visava supostos combatentes da Força de Apoio Rápido (RSF). A OMS informou que entre os mortos estão seis crianças e cinco trabalhadores de saúde. Além disso, dezenas de pessoas ficaram feridas.
Desde o início do conflito, a situação humanitária no Sudão se deteriorou drasticamente, levando a ONU a classificar a crise como a pior do mundo. A violência resultou em milhares de mortes e no deslocamento de milhões de pessoas. A UNICEF alertou sobre a crise crescente que afeta as crianças, com muitos enfrentando desnutrição e falta de acesso a serviços básicos.
O ataque ao Hospital Al-Mujlad é um exemplo da brutalidade do conflito, onde ambos os lados têm sido acusados de cometer crimes de guerra, incluindo ataques a instalações médicas. A OMS e grupos de direitos humanos exigem uma investigação sobre o incidente e responsabilização dos responsáveis.
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